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Viciado em substâncias etílicas, o agente não possui profissão definida e nunca exerceu trabalho regular em seus 45 anos de vida, sobrevivendo às custas de sua cônjuge com quem possui um filho, atualmente com 20 anos de idade. A fim de custear seu vício, o agente arrombou a ventarola do veículo do filho e subtraiu o rádio toca-fitas, avaliado " em R$ 650,00, vendendo-o a um desconhecido. Um mês depois, o agente apropriou-se do relógio de ouro que seu filho lhe emprestara para uso momentâneo, vendendo-o por preço vil. Passados sessenta dias, o agente subtraiu dois cheques assinados pelo filho, retirando-os do talonário do jovem, preenchendo-os com o valor de R$ 2.000,00 cada cártula e descontou-as na respectiva agência bancária, apoderando-se daquelas importâncias.
a) Analise a conduta jurídico-criminal do agente com base na Estrutura Analítica do Crime, classificando cada fato descrito segundo o Código Penal Brasileiro.
b) Especificamente, avalie a Culpabilidade a partir do comportamento do agente e descreva, fundamentadamente, as consequências jurídico-sancionais de cada um dos fatos praticados.
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Face às normas processuais pertinentes à prisão cautelar, redija um texto dissertativo sobre a possibilidade de prisão em flagrante delito nos crimes de ação penal pública condicionada e nos crimes de ação penal de iniciativa privada, abordando em cada ação, necessariamente, os seguintes aspectos:
1 - Possibilidade jurídica da prisão;
2 - Titularidade das ações;
3 - Natureza jurídica.
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José Argemiro, brasileiro, solteiro, com 20 anos de idade, sem profissão definida e sem residência fixa, no dia 20/05/2006, por volta das 20h, na rua Maranhão, na altura do n. 309, bairro Pacoval, ameaçou José Jacinto, mediante emprego de arma de fogo, a entregar-lhe a quantia que portava. A vítima, sem opção, entregou os R$ 256,00 que possuía, e o agente afastou-se calmamente. A vítima procurou a delegacia mais próxima e, na manhã do dia seguinte, José Argemiro foi preso por agentes de polícia. Levado à delegacia, lavrou-se o auto de prisão em flagrante. Contudo, o advogado do indiciado obteve ordem de habeas corpus, sob a alegação de que não houve flagrante delito. Durante a instrução do inquérito, constatou-se que o indiciado estava ameaçando as testemunhas do fato.
Como Delegado que preside o inquérito, represente ao órgão competente sobre a necessidade da prisão do indiciado. A representação deve conter, necessariamente, dentre outros elementos, os seguintes:
A - O endereçamento ao órgão competente para conhecer do pedido;
B - A tipificação adequada da conduta do indiciado, inclusive se o crime foi tentado ou consumado;
C - A hipótese específica, prevista em lei, em que se funda o pedido de prisão.
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Joana da Silva foi presa em flagrante delito com cinco “cabeças” de maconha. Junto com ela foram conduzidas mais duas pessoas, João de Deus e Maria Silva, que estariam também envolvidas na venda de entorpecentes. Na Delegacia, verificou-se que a única pessoa que comercializava maconha era Joana da Silva. João de Deus e Maria Silva eram apenas usuários. Apurou-se também que Joana da Silva, aproveitando-se da dependência toxicológica de João de Deus, o obrigara a manter relação sexual com ela, mediante a ameaça de não mais fornecer a ele substância entorpecente. O condutor, funcionário público, impôs a Joana da Silva o pagamento da quantia de R$ 2.000,00 (dois mil reais) para não lavrar o auto de flagrante. Sentindo-se coagida, Joana da Silva entregou o valor ao condutor e este liberou os três envolvidos.
Diante do que foi exposto, faça a adequação típica dos comportamentos dos envolvidos.
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