Casos facultativos:
Quando há uma figura de linguagem que chamamos de polissíndeto, repetindo a conjunção coordenada para indicar ênfase.
Exemplo: Posso fazer risoto, ou feijoada, ou lasanha, ou o quê?
Quando a conjunção conecta orações mais extensas.
Exemplo: Não gosto de fazer exercícios físicos. Ou porque sou sedentário, ou porque não tenho o hábito ou porque me canso rápido.
Quando a conjunção sinaliza uma pausa antes de uma retificação ser introduzida.
Exemplo: Estude agora mesmo, ou será tarde demais!
Quando NÃO usar:
A vírgula não pode ser utilizada quando a conjunção alternativa “ou” liga orações curtas ou orações referentes ao mesmo sujeito.
Exemplo: Eles virão de carro ou a pé?
Quando a conjunção alternativa “ou” une termos distintos da mesma oração, resultando em uma noção de equivalência.
Exemplo: Posso comer brigadeiro, bolo ou pavê, tanto faz.
A vírgula só deve ser inserida obrigatoriamente antes da conjunção alternativa “ou” quando fizer parte ou vier após uma oração ou expressão intercalada.
Exemplo: Todos estudaram, ou deveriam ter estudado esse livro, durante as férias.