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	<title>Arquivos Já caiu na prova - Treine Subjetivas</title>
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		<title>Você sabe a diferença entre Macrobem e Microbem Ambiental? Caiu na PGE/PR 2025 e pode cair na sua próxima prova!</title>
		<link>https://treinesubjetivas.com.br/voce-sabe-a-diferenca-entre-macrobem-e-microbem-ambiental-caiu-na-pge-pr-2025-e-pode-cair-na-sua-proxima-prova/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[treine_administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jun 2025 09:00:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Já caiu na prova]]></category>
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		<category><![CDATA[macrobem e microbem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esses conceitos não estão na lei nem na Constituição! Mas a jurisprudência já consolidou a diferença — e isso pode ser decisivo na sua prova discursiva. Definição com base no STF: MACROBEM AMBIENTAL -É o meio ambiente como bem difuso e indisponível. Segundo o STF (Tema 999), o dano ao macrobem é imprescritível, porque afeta [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esses conceitos não estão na lei nem na Constituição!</p>
<p>Mas a jurisprudência já consolidou a diferença — e isso pode ser decisivo na sua prova discursiva.</p>
<p>Definição com base no STF:</p>
<p>MACROBEM AMBIENTAL</p>
<p>-É o meio ambiente como bem difuso e indisponível.</p>
<p>Segundo o STF (Tema 999), o dano ao macrobem é imprescritível, porque afeta o todo — o interesse coletivo.</p>
<p>Definição com base no STJ:</p>
<p>MICROBEM AMBIENTAL</p>
<p>É o dano individualizado e isolável, que não afeta o equilíbrio ambiental global.</p>
<p>Aqui, o STJ diz que cabe prescrição, com base na ciência inequívoca do dano.</p>
<p>Informativo Extraordinário 20 do STJ:</p>
<p>&#8220;Nos danos ambientais individuais (microbem), pretensão de indenização está sujeita à prescrição, cujo termo inicial conta-se da ciência inequívoca dos efeitos do fato gerador.&#8221;  (REsp 2.029.870/MA)</p>
<p>Dica de ouro para discursiva:</p>
<p>&#8211; Conceito de macrobem ambiental;</p>
<p>-Cite explicitamente o Tema 999 do STF;</p>
<p>&#8211; Fundamente que a imprescritibilidade do dano ambiental decorre do caráter difuso (art. 225 da CF), não da literalidade da lei.</p>
<p>Fundamento legal da prescrição:</p>
<p>Já o microbem segue a <i>teoria da actio nata</i>, conforme o Código Civil (arts. 189 e 206, §3º, V).</p>
<p>Apontar isso pode te destacar na correção!</p>
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		<title>Exaltação de candidato a mandato eletivo por autoridade religiosa pode ser objeto de Ação de Investigação Judicial?  Mas&#8230; quais as consequências reais para o candidato e seu vice? Tema quente da prova subjetiva para Juiz de Direito de Pernambuco – 2024.</title>
		<link>https://treinesubjetivas.com.br/exaltacao-de-candidato-a-mandato-eletivo-por-autoridade-religiosa-pode-ser-objeto-de-acao-de-investigacao-judicial-mas-quais-as-consequencias-reais-para-o-candidato-e-seu-vice-tema-quente-da-pro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[treine_administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 09:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Já caiu na prova]]></category>
		<category><![CDATA[autoridade religiosa]]></category>
		<category><![CDATA[caiu em prova]]></category>
		<category><![CDATA[treine subejtivas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é a AIJE?  A AIJE (ação de investigação judicial eleitoral) é prevista no art. 22 da Lei de Inelegibilidades (LC nº 64/90) e serve para dar eficácia ao art. 14, § 9º da CF/88. Sua função: investigar e punir abusos no processo eleitoral – seja de poder político, econômico ou da mídia Sanções: [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O que é a AIJE?</p>
<p><span style="font-weight: 400;"> A AIJE (ação de investigação judicial eleitoral) é prevista no art. 22 da Lei de Inelegibilidades (LC nº 64/90) e serve para dar eficácia ao art. 14, § 9º da CF/88.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sua função: investigar e punir abusos no processo eleitoral – seja de poder político, econômico ou da mídi</span>a</p>
<p>Sanções:</p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Se comprovado o abuso, as consequências podem ser duras:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cassação do registro ou perda do mandato</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Inelegibilidade por até 8 anos, como regra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E atenção: mesmo quem não praticou o ato, mas se beneficiou dele, também pode ter o registro da sua candidatura cassado ou perda do mandato.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que diz o TSE?</span><span style="font-weight: 400;"> O TSE já reconheceu que o abuso de poder por autoridade religiosa pode configurar abuso dos meios de comunicação:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A prática do abuso de poder de autoridade religiosa, conquanto não disciplinada legalmente, pode ser sancionada quando as circunstâncias do caso concreto permitam o enquadramento da conduta em alguma das formas positivadas de abuso, seja do poder político, econômico ou dos meios de comunicação social. [&#8230;]”. (Ac. de 18.8.2020 no REspEl nº 8285, rel. Min. Edson Fachin.).”</span></p>
<p>E o candidato, como fica?</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se houve apenas benefício, o candidato pode ter o registro cassado ou perder o mandato.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas se ele participou ativamente do abuso, entra também a inelegibilidade por até 8 anos, conforme o art. 22 da LC nº 64/90.</span></p>
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		<title>Ações eleitorais AIJE x AIME: você sabe a diferença?  Tema frequente nas provas do MP e da Magistratura — dominar esse conteúdo é essencial!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[treine_administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2025 09:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Já caiu na prova]]></category>
		<category><![CDATA[acoes eleitorais]]></category>
		<category><![CDATA[ja caiu em prova]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>AIJE – Ação de Investigação Judicial Eleitoral Criada em 1965 pelo Código Eleitoral (art. 237), nasceu como um instrumento administrativo nas mãos do Corregedor Eleitoral. Finalidade? Sustentar ações como a Representação Contra Expedição de Diploma (RCED) ou Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (AIME). Virada de chave em 1990! Com a Lei das Inelegibilidades (LC [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>AIJE – Ação de Investigação Judicial Eleitoral</p>
<p>Criada em 1965 pelo Código Eleitoral (art. 237), nasceu como um instrumento administrativo nas mãos do Corregedor Eleitoral.</p>
<p>Finalidade? Sustentar ações como a<span style="font-weight: 400;"> Representação Contra Expedição de Diploma (RCED) ou Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (AIME).</span></p>
<p>Virada de chave em 1990!</p>
<p>Com a Lei das Inelegibilidades (LC 64/90), a AIJE passou a ser judicial, com base no art. 14, §9º da CF/88.</p>
<p>Revogação tácita da natureza administrativa.</p>
<p>Quando entra em cena a AIJE?</p>
<p>Apura abuso de poder ou outra causa de inelegibilidade.</p>
<p>Pode investigar fatos anteriores ao registro, mas só pode ser proposta após o registro da candidatura.</p>
<p>Limite: até a diplomação.</p>
<p>Base legal da AIJE:</p>
<p>Art. 22 da LC 64/90:</p>
<p><span style="font-weight: 400;">“uso indevido, desvio ou abuso do poder econômico ou do poder de autoridade, ou utilização indevida de veículos ou meios de comunicação social, em benefício de candidato ou de partido político”.</span></p>
<p>AIME – Ação de Impugnação de Mandato Eletivo</p>
<p>Foco: invalidar o mandato já concedido.</p>
<p>Exige a diplomação como marco inicial.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Trata-se de uma ação constitucional, com previsão expressa no art. 14, §10, da Constituição de 1988.</span></p>
<p>Prazo da AIME:</p>
<p>15 dias a partir da diplomação.</p>
<p>Prazo decadencial e contínuo — nada de prorrogação (Resolução TSE 23.478/2016).</p>
<p>Causa de pedir:</p>
<p>&#8211; Abuso de poder econômico</p>
<p>&#8211; Corrupção</p>
<p>&#8211; Fraude</p>
<p>Linha do tempo eleitoral:</p>
<p>AIJE vem antes da diplomação.</p>
<p>AIME, depois da diplomação.</p>
<p>Ponto comum: combate a práticas que desequilibram o jogo eleitoral!</p>
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		<item>
		<title>Erro de fato ou erro de julgamento em ação rescisória?  Você sabe a diferença?  Esse tema caiu na prova subjetiva de Juiz do TJPE/2024!</title>
		<link>https://treinesubjetivas.com.br/erro-de-fato-ou-erro-de-julgamento-em-acao-rescisoria-voce-sabe-a-diferenca-esse-tema-caiu-na-prova-subjetiva-de-juiz-do-tjpe-2024/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[treine_administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 May 2025 09:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Já caiu na prova]]></category>
		<category><![CDATA[acao rescisoria]]></category>
		<category><![CDATA[ja caiu em prova]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando uma decisão pode ser desfeita via ação rescisória? Quando estiver baseada em erro de fato — mas não confunda com erro de julgamento! Vem entender a diferença! O erro de fato, enquanto fundamento da ação rescisória, está previsto no artigo 966, inciso VIII, do CPC, com a redação abaixo: “Art. 966. A decisão de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando uma decisão pode ser desfeita via ação rescisória?</p>
<p>Quando estiver baseada em erro de fato — mas não confunda com erro de julgamento!</p>
<p>Vem entender a diferença!</p>
<p><span style="font-weight: 400;">O erro de fato, enquanto fundamento da ação rescisória, está previsto no artigo 966, inciso VIII, do CPC, com a redação abaixo:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Art. 966. A decisão de mérito, transitada em julgado, pode ser rescindida quando: (&#8230;) </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">VIII &#8211; for fundada em erro de fato verificável do exame dos autos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">1º Há erro de fato quando a decisão rescindenda admitir fato inexistente ou quando considerar inexistente fato efetivamente ocorrido, sendo indispensável, em ambos os casos, que o fato não represente ponto controvertido sobre o qual o juiz deveria ter se pronunciado”.</span></p>
<p>Evolução da lei:</p>
<p>No CPC/73 (art. 485, IX), bastava o erro vir de documentos ou atos da causa.</p>
<p>&#8211; O CPC/2015 <span style="font-weight: 400;">trouxe dois requisitos novos para que se admita o erro de fato:</span></p>
<p>Não pode ser um ponto controvertido e não pode ter ocorrido manifestação judicial.</p>
<p>E o erro de direito?</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Reside na interpretação da ordem jurídica alegada como inadequada pelo autor da ação rescisória. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso da questão, se afirmou que o juiz considerou válido depoimento testemunhal que não provava, por seu conteúdo, o fato alegado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como se observa, a consideração judicial quanto a validade da prova não se insere no parágrafo 1º do artigo 966 e, assim, não pode ser considerado como erro de fato.</span></p>
<p>Erro de fato = equívoco sobre fatos evidentes e pacíficos.</p>
<p>Erro de julgamento = interpretação duvidosa da lei ou da prova.</p>
<p>Só o primeiro autoriza ação rescisória com base no art. 966, VIII do CPC.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Você conhece os paradoxos da intolerância, da liberdade e da democracia? Tema difícil cobrado na prova subjetiva do TRF3!</title>
		<link>https://treinesubjetivas.com.br/voce-conhece-os-paradoxos-da-intolerancia-da-liberdade-e-da-democracia-tema-dificil-cobrado-na-prova-subjetiva-do-trf3/</link>
					<comments>https://treinesubjetivas.com.br/voce-conhece-os-paradoxos-da-intolerancia-da-liberdade-e-da-democracia-tema-dificil-cobrado-na-prova-subjetiva-do-trf3/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[treine_administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2025 09:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Já caiu na prova]]></category>
		<category><![CDATA[caiu em prova]]></category>
		<category><![CDATA[paradoxos]]></category>
		<category><![CDATA[treine subjetivas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De onde vem esses paradoxos? O filósofo Karl Popper, em A Sociedade Aberta e Seus Inimigos, formulou três grandes paradoxos: &#8211; Tolerância &#8211; Liberdade &#8211; Democracia &#8211; Todos eles têm impacto direto na forma como entendemos o papel do Estado e da Justiça nas sociedades democráticas. Paradoxo da Tolerância Popper afirma: &#8211; Tolerância ilimitada gera [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De onde vem esses paradoxos?</p>
<p>O filósofo Karl Popper, em <i>A Sociedade Aberta e Seus Inimigos</i>, formulou três grandes paradoxos:<br />
&#8211; Tolerância<br />
&#8211; Liberdade<br />
&#8211; Democracia</p>
<p>&#8211; Todos eles têm impacto direto na forma como entendemos o papel do Estado e da Justiça nas sociedades democráticas.</p>
<p>Paradoxo da Tolerância</p>
<p>Popper afirma:<br />
&#8211; Tolerância ilimitada gera o fim da própria tolerância.</p>
<p>Enquanto a intolerância puder ser combatida com argumentos racionais, deve ser tolerada.<br />
Mas se ela ameaçar a estabilidade social, o Estado deve intervir – inclusive com censura ou repressão.</p>
<p>Paradoxo da Liberdade</p>
<p>A liberdade pode ser usada para destruir a própria liberdade.<br />
&#8211; Popper, inspirado em Platão, alerta que o ser humano pode apoiar regimes autoritários mesmo em nome da própria liberdade.<br />
Liberdade sem limites pode abrir caminho para sua supressão total.</p>
<p>Paradoxo da Democracia</p>
<p>Num sistema onde a maioria sempre vence, essa maioria pode usar o poder para:<br />
&#8211; Silenciar minorias<br />
&#8211; Manter-se no poder a qualquer custo</p>
<p>Aqui entra o papel das instituições e da Justiça: impedir que a democracia se torne tirania da maioria.</p>
<p>Aplicações no STF</p>
<p>&#8211; O STF usou esses conceitos para fundamentar decisões históricas:<br />
&#8211; Criminalização da transhomofobia (ADO 26)<br />
&#8211; Discurso de ódio (HC 82.424 – caso Ellwanger)</p>
<p>A Corte reforçou o papel contramajoritário do Judiciário: proteger os direitos fundamentais das minorias mesmo contra a vontade da maioria.</p>
<p>Paradoxos como esses não são só filosofia:<br />
&#8211; Podem cair na sua prova discursiva!<br />
&#8211; Mostram profundidade e maturidade jurídica.</p>
<p>Salva este post pra revisar antes da próxima discursiva e manda pra quem está estudando com você!</p>
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		<title>É possível reconhecer dignidade humana a um bebê reborn? Essa questão caiu na prova oral de Delegado da Polícia Civil de SP em 2025 — e tem tudo para aparecer em futuras provas discursivas. Para mandar bem, é preciso ir além da polêmica e aplicar técnica jurídica com clareza.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[treine_administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2025 09:00:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Já caiu na prova]]></category>
		<category><![CDATA[BEBE REBORN]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vamos por partes: 1 &#8211; Classifique juridicamente o bebê reborn: O bebê reborn, no Direito Civil, é classificado como um bem corpóreo, móvel, infungível (por ser artesanal) e inconsumível (art. 82 do CC). Não é pessoa, nem sujeito de direitos. 2 &#8211; Agora, vamos ao núcleo da questão: A dignidade da pessoa humana, segundo Ingo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos por partes:</p>
<p><span style="font-weight: 400;">1 &#8211; Classifique juridicamente o bebê reborn:</span></p>
<p>O bebê reborn, no Direito Civil, é classificado como um bem corpóreo, móvel, infungível (por ser artesanal) e inconsumível (art. 82 do CC).</p>
<p>Não é pessoa, nem sujeito de direitos.</p>
<p>2 &#8211; Agora, vamos ao núcleo da questão:</p>
<p>A dignidade da pessoa humana, segundo Ingo Sarlet, é um valor ontológico, absoluto e fundamento dos direitos fundamentais, previsto no art. 1º, III da CF/88. 🔹 Ela protege pessoas reais, com consciência, autonomia e personalidade jurídica — não se aplica a objetos.</p>
<p>3 &#8211; <span style="font-weight: 400;">Conexão lógica para a resposta:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apenas seres humanos reais possuem dignidade jurídica;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Objetos (como o bebê reborn) são bens, não sujeitos;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Logo, dignidade humana não se atribui a bens. </span>O bebê reborn não pode ser titular de dignidade humana<span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">4- Fundamente a exclusão:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">-Argumente que dignidade pressupõe:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">-Consciência e autonomia;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211;</span><span style="font-weight: 400;">Personalidade jurídica;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Proteção de direitos fundamentais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">-Nenhuma dessas características existe em objetos.</span></p>
<p>5 &#8211; <span style="font-weight: 400;">Mencione proteção jurídica do bebê reborn:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas atenção: isso </span>não significa que ele não tenha proteção legal.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como bem patrimonial, está protegido por normas civis que garantem posse, propriedade e até reparação por danos.</span></p>
<p>Conclusão para provas discursivas:</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Classifique o objeto, fundamente a resposta no conceito de dignidade, e conecte Civil e Constitucional com precisão. Nada de cair em armadilhas emocionais — </span>a banca quer lógica e domínio técnico.</p>
<p>Quer treinar esse tipo de abordagem para discursivas?</p>
<p>Acesse o Treine Subjetivas e pratique com questões de provas anteriores, espelhos das bancas e  respostas atualizadas elaboradas por uma equipe qualificada.</p>
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		<title>O INSS pode ajuizar ação contra o empregador para ressarcimento da pensão por morte de seu empregado?</title>
		<link>https://treinesubjetivas.com.br/o-inss-pode-ajuizar-acao-contra-o-empregador-para-ressarcimento-da-pensao-por-morte-de-seu-empregado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[treine_administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2025 13:57:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Spoiler: esse tema caiu na prova subjetiva do último concurso do TRF1! &#160; Visual: Fundo mais claro com ilustração de um tribunal ou juiz. Balão de fala com a pergunta, como se fosse uma dúvida de prova. Destaque visual para “INSS” e “empregador”. &#160; Resposta: SIM! &#160; De acordo com o art. 120, I, da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Spoiler: esse tema caiu na prova subjetiva do último concurso do </span><b>TRF1</b><span style="font-weight: 400;">!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Visual:</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Fundo mais claro com ilustração de um tribunal ou juiz.</span><span style="font-weight: 400;">
<p></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Balão de fala com a pergunta, como se fosse uma dúvida de prova.</span><span style="font-weight: 400;">
<p></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Destaque visual para “INSS” e “empregador”.</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Resposta: SIM!</b></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com o art. 120, I, da Lei 8.213/91, se houver negligência do empregador quanto às normas de segurança e higiene do trabalho, ele poderá ser responsabilizado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nessa situação, o INSS move uma ação regressiva para reaver o que gastou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E atenção: o prazo para essa cobrança é de 5 anos, conforme o Decreto 20.910/32.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Visual:</b></p>
<p>Destacar “5 anos” com marcador ou negrito amarelo</p>
<p>E cuidado com a pegadinha!</p>
<p>Quando se trata de acidente de trabalho, a ação entre o segurado e a Previdência não vai para a Justiça Federal.</p>
<p>A competência, nesses casos, é da Justiça Estadual, conforme o art. 109, I, da Constituição, que exclui expressamente essa hipótese da Justiça Federal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim decidiu o STJ no Conflito de Competência n. 107.468, julgado em 2009:</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">“CONFLITO DE COMPETÊNCIA. PREVIDENCIÁRIO. BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO. COMPETÊNCIA JUSTIÇA FEDERAL COMUM. PEDIDO E CAUSA DE PEDIR. I &#8211; A Justiça estadual é competente para processar e julgar as demandas relativas a acidente de trabalho, mas também aquelas que discutem as relações daí decorrentes (restabelecimento, reajuste e cumulação), porquanto o art. 109, I, da Constituição Federal não fez qualquer ressalva a respeito. II &#8211; A competência para processar e julgar a ação que discute a concessão de benefício previdenciário decorrente de acidente de trabalho deve ser determinada em função do pedido e da causa de pedir, constantes da petição inicial”.</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>De que modos o princípio da eficiência guarda relação com o princípio da economicidade e com a análise econômica do direito?   (PROVA DISCURSIVA &#8211; PGM CUIABÁ MT &#8211; CESPE)</title>
		<link>https://treinesubjetivas.com.br/de-que-modos-o-principio-da-eficiencia-guarda-relacao-com-o-principio-da-economicidade-e-com-a-analise-economica-do-direito-prova-discursiva-pgm-cuiaba-mt-cespe/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[treine_administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2025 09:00:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[principio da eficiencia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Resposta esperada pela banca: O princípio da eficiência também se relaciona com o princípio da economicidade e com a análise econômica do direito, no sentido de que o administrador deve contemplar aspectos e repercussões econômicas de suas decisões, de maneira a propiciar o maior ganho possível para a administração pública, em cada situação.  &#160; Não [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Resposta esperada pela banca:</b></p>
<p><b>O princípio da eficiência também se relaciona com o princípio da economicidade e com a análise econômica do direito, no sentido de que o administrador deve contemplar aspectos e repercussões econômicas de suas decisões, de maneira a propiciar o maior ganho possível para a administração pública, em cada situação. </b></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Não obstante, a análise dos aspectos econômicos das decisões administrativas deve ser feita considerando-se que a administração pública deve buscar realizar outros valores para além dos estritamente econômicos, como a qualidade do serviço ou o bem a ser adquirido e o atendimento do interesse dos administrados, além da permanente consideração das finalidades das políticas públicas e da legislação aplicável, entre outros.</b></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Se liga nesses detalhes para garantir a melhor resposta!</b></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O reconhecimento de pessoas feito de forma indireta, durante o flagrante, torna-se válido com a confirmação em juízo? Esse tema caiu no TJSC em 2024 (Juiz de Direito) e é recorrente em provas subjetivas. Então, se liga nos detalhes!</title>
		<link>https://treinesubjetivas.com.br/o-reconhecimento-de-pessoas-feito-de-forma-indireta-durante-o-flagrante-torna-se-valido-com-a-confirmacao-em-juizo-esse-tema-caiu-no-tjsc-em-2024-juiz-de-direito-e-e-recorrente-em-provas-subjetiv/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[treine_administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2025 09:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Já caiu na prova]]></category>
		<category><![CDATA[ja caiu em prova]]></category>
		<category><![CDATA[reconhecimento de pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[treine subjetivas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> Como Funciona o Reconhecimento de Pessoas? O artigo 226 do CPP disciplina esse procedimento, que é um dos meios de prova mais usados no Direito Penal.  Se é tema tratado nos Tribunais, pode apostar que vai cair na sua prova. &#160; 3 Etapas do Reconhecimento Pessoal: 1 &#8211; a descrição da pessoa a ser reconhecida [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><b> Como Funciona o Reconhecimento de Pessoas?</b></h4>
<p><b>O artigo 226 do CPP disciplina esse procedimento, que é um dos meios de prova mais usados no Direito Penal. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se é tema tratado nos Tribunais, pode apostar que vai cair na sua prova.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>3 Etapas do Reconhecimento Pessoal:</b></p>
<p><b>1 &#8211; </b><span style="font-weight: 400;">a descrição da pessoa a ser reconhecida por quem a tenha visto praticando o crime (art. 226, I, CPP);</span></p>
<p><b>2 &#8211;</b><span style="font-weight: 400;"> a colocação da pessoa suspeita ao lado de outras com a mesma semelhança física (art. 226, II, CPP); </span></p>
<p><b>3 &#8211; </b><span style="font-weight: 400;">a lavratura de auto circunstanciado de reconhecimento, assinado pelo delegado, pela testemunha que reconheceu o investigado e por duas testemunhas presenciais do reconhecimento (art. 226, IV, CPP).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b> Atenção! Regra de Intimidação</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se a testemunha do crime sofrer receito de intimidação ou ameaça pelo investigado, o delegado deverá impedir que uma veja a outra durante o reconhecimento. É a técnica do espelho de um lado só, no qual o investigado e seus assemelhados não visualizam quem está reconhecendo.</span></p>
<p><b>Mas cuidado: essa regra vale apenas no inquérito e não pode ser invocada no </b><span style="font-weight: 400;">na instrução do processo penal ou no plenário do Júri.</span><b> </b></p>
<p><b>Reconhecimento por Foto? Pode Isso?</b></p>
<p><b>E se a polícia mostrar uma foto do suspeito retirada de redes sociais ou câmeras de segurança, perguntando à testemunha se ele cometeu o crime? </b></p>
<p><b>Essa prática é comum, mas o STF já decidiu sobre isso no RHC 206846 MC/SP. O veredicto? Proibido! </b></p>
<p><b> Se o reconhecimento não seguir as regras do CPP, ele é ilícito e deve ser excluído dos autos! </b><span style="font-weight: 400;">(art. 157, CPP)</span><b>. Mesmo que a testemunha o confirme depois em juízo, a ilegalidade não pode ser corrigida.</b></p>
<p>O post <a href="https://treinesubjetivas.com.br/o-reconhecimento-de-pessoas-feito-de-forma-indireta-durante-o-flagrante-torna-se-valido-com-a-confirmacao-em-juizo-esse-tema-caiu-no-tjsc-em-2024-juiz-de-direito-e-e-recorrente-em-provas-subjetiv/">O reconhecimento de pessoas feito de forma indireta, durante o flagrante, torna-se válido com a confirmação em juízo? Esse tema caiu no TJSC em 2024 (Juiz de Direito) e é recorrente em provas subjetivas. Então, se liga nos detalhes!</a> apareceu primeiro em <a href="https://treinesubjetivas.com.br">Treine Subjetivas</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Questão de Prova: Uma Norma Pode Perder Eficácia sem Ser Revogada ou Declarada Inconstitucional?  (CAIU NA PROVA SUBJETIVA DE JUIZ &#8211; TJ GO 2024)</title>
		<link>https://treinesubjetivas.com.br/questao-de-prova-uma-norma-pode-perder-eficacia-sem-ser-revogada-ou-declarada-inconstitucional-caiu-na-prova-subjetiva-de-juiz-tj-go-2024/</link>
					<comments>https://treinesubjetivas.com.br/questao-de-prova-uma-norma-pode-perder-eficacia-sem-ser-revogada-ou-declarada-inconstitucional-caiu-na-prova-subjetiva-de-juiz-tj-go-2024/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[treine_administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2025 09:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Já caiu na prova]]></category>
		<category><![CDATA[ja caiu em prova]]></category>
		<category><![CDATA[questão de prova]]></category>
		<category><![CDATA[treine subjeitivas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Teoria da Escada Ponteana e a Eficácia das Normas A Teoria da Escada Ponteana, desenvolvida com base na obra do jurista Pontes de Miranda, estabelece três níveis de análise para um ato jurídico: existência, validade e eficácia. Existência – Resulta da aprovação regular da norma conforme o procedimento legislativo constitucional. Validade – Depende da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><b>A Teoria da Escada Ponteana e a Eficácia das Normas</b></h4>
<p>A Teoria da Escada Ponteana, desenvolvida com base na obra do jurista Pontes de Miranda, estabelece três níveis de análise para um ato jurídico: existência, validade e eficácia.</p>
<p>Existência – Resulta da aprovação regular da norma conforme o procedimento legislativo constitucional.<br />
Validade – Depende da competência do órgão legislativo e do cumprimento dos ritos processuais exigidos.<br />
Eficácia – Depende do fim do período de vacância (vacatio legis) ou da inexistência de obstáculos à sua aplicação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><b> A Exceção Constitucional à Eficácia das Normas</b></h4>
<p>Existe uma hipótese constitucional em que uma norma existente, válida e eficaz pode perder sua eficácia sem ser revogada ou declarada inconstitucional: a competência legislativa concorrente, prevista no art. 24 da Constituição Federal.</p>
<h4><b> Competência Concorrente e Suspensão de Eficácia</b></h4>
<p>&#8211; Na competência concorrente, a União estabelece normas gerais, e os Estados podem complementá-las conforme suas realidades locais.<br />
&#8211; Se a União não editar normas gerais, os Estados podem exercer competência legislativa plena.<br />
&#8211; Ocorre a exceção no §4º do art. 24 da CF: a superveniência de norma geral federal suspende a eficácia da norma estadual sobre o mesmo tema.</p>
<h4><b> Em resumo:</b></h4>
<p><b> A norma estadual continua existindo, pois foi aprovada regularmente.</b><b><br />
</b><b> Permanece válida, pois estava dentro da competência legislativa no momento de sua criação.</b><b><br />
</b><b> No entanto, perde sua eficácia devido à superveniência da norma federal, que passa a reger o tema.</b></p>
<p><b> Conclusão: Sim, uma norma pode deixar de produzir efeitos jurídicos sem ser revogada ou declarada inconstitucional, em razão da suspensão de eficácia prevista no artigo 24, §4º, da Constituição Federal. </b></p>
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