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	<title>Arquivos 18.2.3 Guarda de filhos - Treine Subjetivas</title>
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		<title>Q147878</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Greice Darling]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Mar 2026 18:34:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>PETIÇÃO INICIAL Maria José ajuizou ação de divórcio em face de Francisco José. Diz, porém, ter antes vivido com ele em união estável, sem instrumento escrito ou pacto de regime de bens diverso do legal, desde quando completou 50 anos de idade, ele então contando 59 anos de idade, e ininterruptamente até o casamento, que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">PETIÇÃO INICIAL</p>
<p style="text-align: justify">Maria José ajuizou ação de divórcio em face de Francisco José. Diz, porém, ter antes vivido com ele em união estável, sem instrumento escrito ou pacto de regime de bens diverso do legal, desde quando completou 50 anos de idade, ele então contando 59 anos de idade, e ininterruptamente até o casamento, que vieram a contrair 15 anos depois, sem pacto antenupcial. Aduz objetiva impossibilidade de vida comum e requer o divórcio, inclusive para regularizar separação de fato já há um ano havida.</p>
<p style="text-align: justify">Alega ainda a autora que, durante o matrimônio, nasceram dois filhos, menores de idade, cuja guarda unilateral pretende, asseverando forte desinteligência com o genitor em relação à formação e educação dos infantes, propondo regime de visitação paterna em finais de semana alternados e às quartas-feiras, dividindo-se férias e datas festivas. Requer, por fim, em favor dos menores, alimentos de 30% dos rendimentos líquidos do genitor, que informa ter vínculo formal e com salário líquido (o bruto menos os descontos obrigatórios) de quatro mil reais por mês, conforme holerite que fez juntar. Para o caso de ausência de vínculo, postula arbitramento de pensão de 1,5 salário mínimo (considerado o salário mínimo de R$ 1.621,00).</p>
<p style="text-align: justify">A título de partilha, afirma adquiridos bens apenas durante o casamento. Postula a divisão de imóvel adquirido (um apartamento), ainda que em nome do réu, que está financiado e com saldo do preço a pagar. Esclarece que também adquirido durante o casamento veículo automotor, porém com recursos próprios, exclusivos e particulares, oriundos de seu trabalho. Por fim, assevera ter comprado uma motocicleta, igualmente depois do casamento, mas já quando separada de fato.</p>
<p style="text-align: justify">Atribui à causa o valor estimativo de dez mil reais.</p>
<p style="text-align: justify">RESPOSTA</p>
<p style="text-align: justify">Francisco José, citado, em primeiro lugar, na contestação, não se opõe ao divórcio, mas requerendo que se reconheça a culpa da autora pelo rompimento da relação, diante de adultério que afirma confessado em carta que por ela própria lhe foi remetida, pouco antes da separação de fato – que não nega – e que fez anexar aos autos. Por isso, propõe – e para esse exclusivo fim – também reconvenção, postulando indenização por danos morais.</p>
<p style="text-align: justify">Quanto aos alimentos, sustenta em sua contestação que eles devem ser discutidos em ação própria, seja em razão da alegada impossibilidade, pelo rito especial da ação respectiva, de cumulação com o divórcio, seja porque é dos menores credores a legitimidade para requerê-los. Sucessivamente, sem negar, ainda aqui, seu vínculo formal – que explica ser de industriário – ou seu salário, defende seja devida pensão de 20%, dada a devida contribuição da mãe, que possui renda própria, inclusive maior que a sua, bem como ser necessário explicitar a base de cálculo da pensão e, em particular, dela excluir, além dos descontos obrigatórios, as verbas rescisórias, horas extras, 13º salário, terço constitucional de férias. Postula ainda pensão de meio salário mínimo para o caso de ausência de vínculo formal.</p>
<p style="text-align: justify">Sobre a guarda, reconhece a desinteligência com a autora em relação à educação dos filhos e requer, então, guarda alternada, a cada semana com um dos genitores.</p>
<p style="text-align: justify">Já acerca da partilha, defende em primeiro lugar que, casado depois dos 70 anos, o regime de bens é o da separação obrigatória, pelo que o apartamento lhe deve ser atribuído, com exclusividade. Depois, afirma que, de todo modo, a entrada do preço da compra do imóvel se pagou com FGTS que acumulou desde um ano antes do casamento, quando vivia com a autora em união estável, o que também reconheceu. E acrescenta que as parcelas do preço foram por ele pagas exclusivamente porquanto até um ano antes da separação de fato a autora não trabalhava. Pretende a partilha do automóvel, dizendo tratar-se de qualquer maneira de aquesto, e que se deve por isso comunicar, tanto quanto da motocicleta, porque ainda quando de sua aquisição inocorrida dissolução do vínculo, em si, ademais de o regime da separação se estabelecer em seu favor. Por fim, ainda aduz que deve ser partilhado um terreno adquirido pelo casal, embora registrado em nome do pai da virago, como também benfeitorias introduzidas, durante o casamento, em casa de praia que a autora recebeu dos genitores, por doação, objeto de reforma em comum procedida, com troca de toda a tubulação.</p>
<p style="text-align: justify">Atribuiu à reconvenção o valor dos bens a partilhar, num total de cem mil reais.</p>
<p style="text-align: justify">RÉPLICA E RESPOSTA À RECONVENÇÃO</p>
<p style="text-align: justify">A autora nega ser de seu punho a assinatura da carta; recusa a alternância da guarda; defende que a pensão se possa discutir no próprio feito e que deva incidir inclusive sobre todas as verbas elencadas pelo réu; argumenta inaplicável o regime separação de bens, salientando ter contribuído para formação do patrimônio do casal; aduz inviável pretensão de divisão de outros bens, não indicados na inicial, sem reconvenção – e na qual nada a propósito se alega, no que apresentada; diz ser comunicável o montante levantado do FGTS para pagamento da entrada do apartamento; argumenta ser verdadeiramente de seus pais o terreno referido e argumenta incorporarem-se ao imóvel as obras realizadas na casa de praia, bem seu, particular.</p>
<p style="text-align: justify">Sobre a reconvenção, defende que é incabível a discussão de indenização por dano moral no divórcio e que, seja como for, ausente adultério a reconhecer, menos ainda que se ampare na carta acostada, reiterando que não a assinou. Argumenta que, de qualquer maneira, outra relação que tivesse vindo a manter, tanto mais se já esgotado o conteúdo material do casamento, não seria causa para indenização por dano moral.</p>
<p style="text-align: justify">ESPECIFICAÇÃO DE PROVAS</p>
<p style="text-align: justify">Instadas a dizer sobre provas a produzir, ambas as partes requereram o julgamento antecipado.</p>
<p style="text-align: justify">MANIFESTAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO</p>
<p style="text-align: justify">Deixando de opinar sobre a partilha e sobre a reconvenção, a Promotoria de Justiça se manifestou pelo imediato julgamento, com fixação de guarda compartilhada dos menores, regime de convivência em fins de semana alternados e às quartas-feiras, além de pensão arbitrada nos moldes requeridos na inicial.</p>
<p style="text-align: justify">Em face do quadro exposto, proferir sentença – dispensado o relatório –, sem assinar ou se identificar ao final, apenas mencionando “Juiz Substituto” ou “Juíza Substituta”, enfrentando todos os fundamentos das partes, justificando a posição adotada sobre eles e sobre divergência que a respeito se erija na doutrina e jurisprudência.</p>
<p style="text-align: justify">(10 pontos)</p>
<p style="text-align: justify">(Sem informação acerca do número de linhas)</p>
<p style="text-align: justify">A prova foi realizada com consulta a códigos e(ou) legislação.</p>
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		<title>Q143689</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Paulo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 18:12:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>STJ. A mãe biológica adolescente, vítima de violência sexual e sem apoio estatal, pode ter o poder familiar destituído com base no abandono, mesmo com a criança sob guarda provisória de família substituta há mais de dez anos?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>STJ. A mãe biológica adolescente, vítima de violência sexual e sem apoio estatal, pode ter o poder familiar destituído com base no abandono, mesmo com a criança sob guarda provisória de família substituta há mais de dez anos?</p></p>
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		<title>Q141177</title>
		<link>https://treinesubjetivas.com.br/questao/141177/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Paulo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 16:15:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Joana e Augusto viviam juntos desde 2014. Durante o período de convivência tiveram dois filhos, João e Laura, com 9 e 11 anos de idade, respectivamente. Em 2017, adquiriram um único imóvel, com 200 m², na cidade de São Paulo-SP, onde moraram juntos até o rompimento do relacionamento, ocorrido em 11/04/2022, quando Augusto apresentou comportamento [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Joana e Augusto viviam juntos desde 2014. Durante o período de convivência tiveram dois filhos, João e Laura, com 9 e 11 anos de idade, respectivamente. Em 2017, adquiriram um único imóvel, com 200 m², na cidade de São Paulo-SP, onde moraram juntos até o rompimento do relacionamento, ocorrido em 11/04/2022, quando Augusto apresentou comportamento agressivo contra Joana, proferindo diversas ameaças e empurrões, sem qualquer motivo aparente.</p>
<p style="text-align: justify">Joana se encaminhou à delegacia e obteve uma medida protetiva em face de Augusto, que, por sua vez, desde o ocorrido foi embora para a Bahia e não mandou notícias, sequer perguntou a respeito dos filhos. Joana permaneceu residindo no imóvel do casal.</p>
<p style="text-align: justify">Contudo, no dia 15 de julho do corrente ano, Joana foi surpreendida com um mandado de citação relativo a uma ação de reconhecimento e dissolução de união estável, com pedido de guarda dos filhos e partilha do único imóvel adquirido pelo casal, proposta por Augusto. A ação tramita na comarca de Salvador-BA.</p>
<p style="text-align: justify">Indignada, Joana procura você, Defensor Público, para que formule a medida judicial adequada ao caso.</p>
<p style="text-align: justify">(120 Linhas)</p>
<p style="text-align: justify">(10 Pontos)</p>
<p style="text-align: justify">
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		<title>Q140157</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Professor Treine]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 21:17:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Maria compareceu a Defensoria Pública para atendimento inicial relatando que recebeu uma carta de citação de ação de divórcio movida por seu cônjuge, Caio. Informou que é casada sob o regime de comunhão de bens que, em 2021, foi vítima de violência doméstica e familiar, razão pela qual foram deferidas medidas protetivas em seu favor. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Maria compareceu a Defensoria Pública para atendimento inicial relatando que recebeu uma carta de citação de ação de divórcio movida por seu cônjuge, Caio. Informou que é casada sob o regime de comunhão de bens que, em 2021, foi vítima de violência doméstica e familiar, razão pela qual foram deferidas medidas protetivas em seu favor. Quando da intimação da decisão de deferimento das medidas protetivas, o cônjuge havia abandonado o lar, tendo sido intimado na cidade de Salvador-BA. Desde então, está separada de rato e nunca mais teve noticias de Caio. O casal havia sido contemplado no ano de 2020 com imóvel oriundo de programa habitacional. Contudo, a usuária realizou o pagamento de todas as parcelas do financiamento habitacional, visto que as prestações começaram a ser cobradas somente após a separação de fato. O financiamento imobiliário não está quitado e continua em nome do casal, Maria continua realizando os pagamentos pontualmente de seu único imóvel e residindo no local com os seus filhos. Também informou que, do casamento, advieram três filhos, todos menores de 18 anos atualmente. Em 2025, Caio ajuizou ação de divórcio requerendo a partilha do bem e a guarda compartilhada dos filhos, bem como a realização de audiência de tentativa de conciliação, Maria procurou a Defensoria Pública para elaboração de sua defesa.</p>
<p style="text-align: justify">Aponte, de maneira justificada e considerando os elementos trazidos pelo enunciado, as teses jurídicas materiais e processuais favoráveis à defesa dos interesses de Maria, inclusive as de natureza subsidiária.</p>
<p style="text-align: justify">(30 linhas)</p>
<p style="text-align: justify">(2,50 pontos)</p>
<p style="text-align: justify">A prova foi realizada sem consulta a códigos e(ou) legislação.</p>
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		<title>Q138251</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Professor Treine]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Jun 2025 19:25:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Instruções: Elabore uma peça processual com extensão de no máximo 120 linhas de acordo com a proposta abaixo. Antonieta e Juan conviveram em união estável, fruto da qual nasceu Valentina, em abril de 2019. Contudo, em razão do ciúme excessivo de Juan e da violência psicológica que sofria, Antonieta terminou o relacionamento em outubro de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Instruções: Elabore uma peça processual com extensão de no máximo 120 linhas de acordo com a proposta abaixo.</p>
<p style="text-align: justify">Antonieta e Juan conviveram em união estável, fruto da qual nasceu Valentina, em abril de 2019. Contudo, em razão do ciúme excessivo de Juan e da violência psicológica que sofria, Antonieta terminou o relacionamento em outubro de 2024. Posteriormente, na audiência de conciliação do processo movido por Antonieta em face de Juan, obteve-se acordo fixando a guarda compartilhada, com a base de moradia na residência materna, em Biguaçu, a obrigação alimentar de Juan em favor da filha e que ele poderia ficar com a infante em finais de semana alternados, buscando-a às sextas-feiras na escola e lá devolvendo-a às segundas-feiras. A sentença que homologou o acordo, proferida pelo juízo da Vara de Família da Comarca de Biguaçu, transitou em julgado no dia 10 de dezembro de 2024.</p>
<p style="text-align: justify">Em abril de 2025, Antonieta iniciou namoro com Caio, mas não contou a Juan por receio da reação dele. Na última segunda-feira, Juan não devolveu a infante na escola. Preocupada, Antonieta ligou para Juan, que não atendeu a ligação, apenas mandou as seguintes mensagens via aplicativo: “Soube que você levou um cara para dormir aí contigo”, “Valentina tem pai, não vou deixar outro tomar meu lugar”. Depois disso, ele bloqueou o número da genitora.</p>
<p style="text-align: justify">Na terça-feira, Antonieta foi com Caio até o prédio em que Juan reside na cidade de Florianópolis, chamou-o pelo interfone e pediu pela filha, ocasião em que ele disse que não a devolveria e ameaçou o casal de morte. Caio gravou o áudio da ameaça em seu celular. Com medo, já que Juan tem arma de fogo, Antonieta registrou boletim de ocorrência da ameaça e requereu as medidas protetivas de proibição de contato e de aproximação, as quais foram concedidas pelo juízo de plantão.</p>
<p style="text-align: justify">No dia seguinte, Antonieta compareceu à Defensoria Pública relatando o caso e requerendo assistência jurídica para reaver a filha e para que a guarda dela fosse atribuída exclusivamente a ela, com urgência. Requereu, ainda, que as visitas do genitor passassem a ser assistidas, pois temia que ele fugisse com a filha para a Argentina, país de origem dele. Antonieta informou que é servidora do Município de Biguaçu, exercendo o cargo de monitora na mesma escola pública em que a infante está matriculada e frequenta em período integral, bem como que a ausência de frequência fará a infante perder a vaga conquistada judicialmente. Ela informou que Juan trabalha como eletricista autônomo e que, desde a segunda-feira, Valentina não havia ido para a escola e não havia tido nenhum contato com a mãe.</p>
<p style="text-align: justify">No atendimento, Antonieta entregou os seguintes documentos: as carteiras de identidade dela e da filha; seu comprovante de residência; seu contracheque, no qual consta remuneração de R$ 2.500,00; o atestado de frequência escolar de Valentina; a cópia do acordo de guarda e da sentença homologatória; a cópia da decisão liminar relativa à vaga integral na escola; a decisão que deferiu as medidas protetivas de urgência; o áudio da ameaça feita por Juan e os prints das mensagens que recebeu dele.</p>
<p style="text-align: justify">A partir da situação hipotética apresentada, na condição de defensor público ou defensora pública, elabore a peça processual cabível para a adequada, efetiva e definitiva tutela dos direitos de Antonieta e Valentina. Na elaboração da peça processual, aborde todos os aspectos de direito material e processual pertinentes ao caso constantes do conteúdo programático. Limite-se à situação hipotética, sem a criação de fatos novos. A simples menção ou transcrição do dispositivo legal não acarretará em pontuação.</p>
<p style="text-align: justify">(40 pontos)</p>
<p style="text-align: justify">(120 linhas)</p>
<p style="text-align: justify">A prova foi realizada com consulta a códigos e(ou) legislação.</p>
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		<title>Q137047</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Greice Darling]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 May 2025 23:16:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em ação revisional de regime de convivência, não houve alegação da prática de alienação parental pelo autor. Entretanto, no decorrer do feito, o membro do Ministério Público constatou indícios da prática de alienação parental por parte da genitora do infante, que estaria criando obstáculos à convivência regular do genitor com o filho. A alegação da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Em ação revisional de regime de convivência, não houve alegação da prática de alienação parental pelo autor. Entretanto, no decorrer do feito, o membro do Ministério Público constatou indícios da prática de alienação parental por parte da genitora do infante, que estaria criando obstáculos à convivência regular do genitor com o filho. A alegação da exordial é a de que, de forma constante e reiterada, o genitor não tem conseguido gozar da convivência do filho nas datas e nos horários estipulados em juízo. Alega o autor que o infante raramente está disponível ou disposto a realizar a convivência com o pai, estando frequentemente envolvido em outras atividades, demonstrando resistência a interrompê-las para sair com o genitor. Nesse contexto, o autor requereu a modificação do regime de convivência, com alteração do local de retirada do filho comum – da residência materna para a escola – nos dias regulamentados.</p>
<p style="text-align: justify">Com base na situação narrada, responda de forma fundamentada a cada um dos itens a seguir:</p>
<p style="text-align: justify">a) O membro do Ministério Público pode requerer, no curso do feito, a produção de provas para apuração da possível prática de alienação parental por parte da genitora do infante, ainda que a questão não tenha sido alegada pelo autor?</p>
<p style="text-align: justify">b) Caso constatada a prática de alienação parental por parte da genitora, quais providências ou medidas poderão ser requeridas pelo membro do Ministério Público ao juízo?</p>
<p style="text-align: justify">c) Na hipótese de improcedência do pedido, o membro do Ministério Público tem legitimidade para recorrer da sentença, ainda que o autor não o faça?</p>
<p style="text-align: justify">(1 ponto)</p>
<p style="text-align: justify">(30 linhas)</p>
<p style="text-align: justify">A prova foi realizada com consulta a códigos e(ou)&nbsp;legislação.</p>
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		<title>Q134957</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Paulo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Mar 2025 23:33:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mariana Santos, brasileira, viúva, professora, procurou o atendimento da Defensoria Pública do Estado do Espírito Santo relatando a seguinte situação: Sua neta Laura Santos Silva, de 6 anos de idade, vive sob seus cuidados desde o falecimento da mãe (sua filha) em um acidente de carro há 2 anos. O pai da criança, Roberto Silva, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mariana Santos, brasileira, viúva, professora, procurou o atendimento da Defensoria Pública do Estado do Espírito Santo relatando a seguinte situação:</p>
<p>Sua neta Laura Santos Silva, de 6 anos de idade, vive sob seus cuidados desde o falecimento da mãe (sua filha) em um acidente de carro há 2 anos. O pai da criança, Roberto Silva, após o falecimento da esposa, mudou-se para outro estado e constituiu nova família, mantendo contato esporádico com a filha apenas por videochamadas. Ele concordou verbalmente que a avó continuasse cuidando da criança, mas não formalizou a situação.</p>
<p>A Sra. Mariana relata que:</p>
<p>1. Tem cuidado exclusivamente da neta desde o falecimento da mãe;</p>
<p>2. A criança está matriculada em escola e com regular frequência, com auxílio da avó;</p>
<p>3. Laura está perfeitamente adaptada à rotina familiar e apresenta excelente desenvolvimento;</p>
<p>4. O pai não contribui financeiramente e raramente mantém contato;</p>
<p>5. A avó necessita regularizar a situação para poder representar a neta em todas as situações necessárias;</p>
<p>6. O pai manifestou concordância por escrito (declaração com firma reconhecida) com o pedido de guarda;</p>
<p>7. A renda mensal da Sra. Mariana é de R$ 4.000,00;</p>
<p>8. Laura possui plano de saúde e todas as suas necessidades atendidas pela avó.</p>
<p>Na qualidade de Defensor(a) Público(a), elabore a petição inicial de Ação de Guarda em favor da avó, observando os requisitos legais pertinentes e a jurisprudência aplicável.</p>
<p>(90 Linhas)</p>
<p>(10 Pontos)</p></p>
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		<title>Q134682</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Greice Darling]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Feb 2025 14:39:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em seu primeiro dia no seu órgão de atuação, você atende Fulana de Tal, que narra que viveu junto com Sicrano de Tal de março de 2000 a janeiro de 2023, com quem teve um filho (Beltrano, hoje com 12 anos). Narrou a assistida que, durante a convivência, eles “batalharam e construíram uma casinha” no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Em seu primeiro dia no seu órgão de atuação, você atende Fulana de Tal, que narra que viveu junto com Sicrano de Tal de março de 2000 a janeiro de 2023, com quem teve um filho (Beltrano, hoje com 12 anos). Narrou a assistida que, durante a convivência, eles “batalharam e construíram uma casinha” no fundo do terreno do pai de Sicrano. Ainda, a assistida disse que após anos de um relacionamento cheio crises de ciúmes de Sicrano, em que ele chegava em casa alcoolizado e lhe desferia tapas e xingamentos, ela não mais estava contente com o relacionamento e passou a se afastar de Sicrano, inclusive, por vezes, sem aceitar os avanços sexuais dele, o que ele não entendia e, por isso, a forçava a ter relações. Em meio ao desgaste do relacionamento com Sicrano, relatou Fulana que passou a ter um relacionamento com outra mulher, o que, então, lhe deu a clareza de que não desejava mais estar com Sicrano.</p>
<p style="text-align: justify">Sendo assim, relatou que avisou a Sicrano que desejava terminar a relação e que Beltrano residiria com ela. Sicrano, entretanto, não aceitou o fim do relacionamento e ameaçou matar Fulana, tendo, ainda, dito que ela não teria nada da casa por ser no terreno de seu pai e que ela perderia a guarda do filho comum por estar em um relacionamento homoafetivo. À noite, enquanto Sicrano dormia, Fulana, com medo, saiu de casa e levou o filho do casal. Ela deixou seu filho na casa de sua mãe junto com seus pertences, e, depois, dirigiu-se à delegacia para pedir medidas protetivas de urgência (deferidas em sede de plantão judiciário). No dia seguinte, Fulana compareceu à Defensoria Pública Estadual para atendimento com um defensor público.</p>
<p style="text-align: justify">Considerando o relato fático apresentado, responda qual peça você faria como defensor(a) público(a) de Fulana, no âmbito de Direito de Família, explicitando quais teses alegaria. Mencione, em sua resposta, eventuais artigos da Constituição Federal, de leis e de Tratados de Direitos Humanos subscritos pelo Brasil, além de, caso haja, julgado da Corte Interamericana de Direitos Humanos que se adequem ao caso. Utilize apenas as informações fáticas apresentadas na questão.</p>
<p style="text-align: justify">(6,5 pontos)</p>
<p style="text-align: justify">(25 linhas)</p>
<p style="text-align: justify">A prova foi realizada com consulta a códigos e(ou) legislação.</p>
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		<title>Q132105</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Paulo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2024 16:15:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ana Clara Andrade Camargo, criança de 8 anos, reside com seus genitores, Álvaro Camargo e Clarice Andrade, em condições precárias. Ambos são usuários abusivos de drogas, o que compromete gravemente a capacidade de cuidado com a filha. Clarice, em situação de vulnerabilidade, se prostitui em troca de drogas, enquanto Álvaro, para sustentar o vício, pratica [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ana Clara Andrade Camargo, criança de 8 anos, reside com seus genitores, Álvaro Camargo e Clarice Andrade, em condições precárias. Ambos são usuários abusivos de drogas, o que compromete gravemente a capacidade de cuidado com a filha. Clarice, em situação de vulnerabilidade, se prostitui em troca de drogas, enquanto Álvaro, para sustentar o vício, pratica roubos na região.</p>
<p>Ana Clara frequentemente é deixada sozinha por dias, sem alimentação adequada ou qualquer tipo de assistência básica. Os pais consomem drogas na presença da criança, expondo-a a situações de risco e negligência constante. A menina foi encontrada desnutrida e sem a carteira de vacinação regularizada, o que denota abandono material e negligência em relação à sua saúde.</p>
<p>A avó materna da criança, Dona Beatriz, foi a responsável por denunciar a situação ao Conselho Tutelar. Ela também relatou que tenta manter contato com a neta, mas encontra resistência por parte dos pais. Ela destaca que tem condições de prover o cuidado e a proteção necessários para a criança.</p>
<p>Após denúncias da avó e de vizinhos, o Conselho Tutelar foi acionado e passou a acompanhar o caso, tentando implementar medidas de apoio e assistência à família, como encaminhamento para programas de reabilitação, regularização vacinal e auxílio no acesso a benefícios sociais. No entanto, os genitores descumpriram todas as determinações e orientações do órgão, mantendo o comportamento negligente. Diante do agravamento da situação e da persistente falta de cuidado, o Conselho Tutelar elaborou um relatório detalhado, com base no acompanhamento feito pelo CREAS, destacando as condições de risco em que Ana Clara permanece submetida.</p>
<p>O documento foi encaminhado ao Ministério Público, que recebeu a notícia dos fatos para a adoção de medidas judiciais necessárias à proteção integral da criança, conforme previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).</p>
<p>Na condição de promotor de justiça, promova a medida jurídica mais adequada.</p>
<p>(120 Linhas)</p>
<p>(10 Pontos)</p></p>
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		<title>Q129291</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Professor Treine Subjetivas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Sep 2024 09:54:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Isabel e Marcelo, ambos residentes e domiciliados em Porto Velho, casaram-se em 2015 e tiveram um filho chamado Bernardo. Em 2022, em razão de uma reestruturação na empresa em que trabalhava, Marcelo foi transferido para Porto Alegre, tendo Isabel e Bernardo permanecido em Porto Velho. Em 2023, já com o casamento desgastado, Isabel propôs ação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Isabel e Marcelo, ambos residentes e domiciliados em Porto Velho, casaram-se em 2015 e tiveram um filho chamado Bernardo. Em 2022, em razão de uma reestruturação na empresa em que trabalhava, Marcelo foi transferido para Porto Alegre, tendo Isabel e Bernardo permanecido em Porto Velho. Em 2023, já com o casamento desgastado, Isabel propôs ação de divórcio, guarda e alimentos em face de Marcelo.</p>
<p>Na petição inicial, Isabel requereu o divórcio, alimentos para o filho na importância de um salário-mínimo e a guarda unilateral de Bernardo, alegando que a distância da residência de Marcelo inviabilizaria a guarda compartilhada de tarefas e a distribuição da responsabilidade. Marcelo, devidamente citado, ofereceu contestação requerendo a fixação da guarda compartilhada, alegando que a distância entre as residências dele e de seu filho não impediria a fixação da guarda compartilhada.</p>
<p>Após a oferecimento da contestação, o Ministério Público de Rondônia foi intimado para intervir como fiscal da ordem jurídica.</p>
<p>Diante da situação hipotética narrada, responda às perguntas a seguir, considerando o atual entendimento do Superior Tribunal de Justiça e a lei vigente.</p>
<p>a) Discorra sobre as espécies de guarda previstas no Código Civil. Como membro do Ministério Público designado para atuar no caso, qual seria a espécie de guarda recomendada em seu parecer? Justifique.</p>
<p>b) Se no caso hipotético tanto Isabel quanto Marcelo fizessem requerimento pleiteando a guarda unilateral, como deveria proceder o Juiz? Justifique.</p>
<p>c) Caso Bernardo cometa um ato ilícito no qual reste comprovada a sua culpa, como se dará a responsabilidade civil de Isabel? E de Marcelo? Justifique.</p>
<p>(45 linhas)</p>
<p style="text-align: justify">(1,26 pontos)</p>
<p style="text-align: justify">A prova foi realizada com consulta a códigos e(ou)&nbsp;legislação.</p>
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