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	<title>Arquivos 15 Lei nº 8.137/1990 (crimes contra a ordem tributária, econômica e contra as relações de consumo) - Treine Subjetivas</title>
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		<title>Q149395</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Professor Treine]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 11:37:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>STJ. Em ação penal por crime tributário de supressão continuada de ICMS, é possível exigir a oitiva de até oito testemunhas para cada mês de ocorrência do fato gerador?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><strong>STJ. Em ação penal por crime tributário de supressão continuada de ICMS, é possível exigir a oitiva de até oito testemunhas para cada mês de ocorrência do fato gerador?</strong></p>
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		<title>Q147219</title>
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		<dc:creator><![CDATA[lainalopesadv]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Feb 2026 22:30:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>STJ: A Súmula Vinculante n. 24, que exige o lançamento definitivo do tributo para a tipificação, aplica-se ao crime de omissão de nota fiscal ou documento equivalente (art. 1º, V, da Lei 8.137/90)?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>STJ: A Súmula Vinculante n. 24, que exige o lançamento definitivo do tributo para a tipificação, aplica-se ao crime de omissão de nota fiscal ou documento equivalente (art. 1º, V, da Lei 8.137/90)?</strong></p>
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		<title>Q146165</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Professor Treine]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 10:40:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Renato Mutreta, desempregado, convidou seu sobrinho, João Batista, estudante, 16 anos, para subtraírem uma novilha pertencente a João Bernardes. Assim, no dia 15 de março de 2012, por volta das 02h, na pequena Chácara dos Bernardes, zona rural de Dom Pedrito, Renato Mutreta e o adolescente João Batista, aproveitando-se da precariedade da vigilância e recolhimento [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Renato Mutreta, desempregado, convidou seu sobrinho, João Batista, estudante, 16 anos, para subtraírem uma novilha pertencente a João Bernardes. Assim, no dia 15 de março de 2012, por volta das 02h, na pequena Chácara dos Bernardes, zona rural de Dom Pedrito, Renato Mutreta e o adolescente João Batista, aproveitando-se da precariedade da vigilância e recolhimento dos seus moradores durante a madrugada, após serrarem duas paredes do estábulo (cf. laudo), subtraíram uma novilha, pelagem vermelha, avaliada em R$ 420,00 (cf. auto de avaliação). Em seguida, os meliantes abateram o animal e transportaram a carne até o Mercado e Açougue &#8220;Bom Produto&#8221;. A carne foi adquirida pelo proprietário do estabelecimento comercial, Joel Santana, por R$ 180,00.</p>
<p style="text-align: justify">No dia seguinte, cumprindo mandado de busca e apreensão expedido pelo Juiz Criminal de Dom Pedrito, policiais civis apreenderam a carne no estabelecimento comercial de Joel Santana, onde o produto se encontrava em depósito para venda.</p>
<p style="text-align: justify">A carne apreendida foi considerada imprópria para o consumo pelos peritos, por se encontrar acondicionada em local não refrigerado, em péssimas condições de higiene e também por ser de origem clandestina, por não ter passado pela inspeção sanitária (cf. laudo).</p>
<p style="text-align: justify">Renato Mutreta responde a um processo por crime de lesões corporais leves (cf. certidão); Joel Santana e o adolescente João Batista não registram antecedentes criminais (cf. certidões).</p>
<p style="text-align: justify">Para efeitos de denúncia, classifique a(s) conduta(s) típica(s) atribuída(s) a Renato Mutreta e a Joel Santana, à luz das normas penais aplicáveis à(s) espécie(s); após, explicite, sucintamente, sua opinio.</p>
<p style="text-align: justify">Na sequência, posicione-se quanto às teses defensivas do acusado Renato Mutreta, discriminadas abaixo, analisando-as, uma a uma, quanto à plausibilidade e eventuais requisitos e pressupostos das questões jurídicas em exame, independentemente de eventual prejudicialdade no concurso de seu exame. Considere a jurisprudência atualizada e dominante dos Tribunais Superiores.</p>
<p style="text-align: justify">Teses Defensivas do acusado Renato Mutreta:</p>
<p style="text-align: justify">a) Atipicidade da conduta pela incidência do princípio da insignificância.</p>
<p style="text-align: justify">a) Subsidiariamente, o reconhecimento da figura privilegiadora, como causa de diminuição da pena.</p>
<p style="text-align: justify">a) Em caso de condenação, a isenção&#8221; da pena pecuniária cominada ao tipo penal, por ser pobre e estar desempregado (cf. atestado da Secretaria do Trabalho e de Assistência Social do Município).</p>
<p style="text-align: justify">(50 pontos)</p>
<p style="text-align: justify">(40 linhas)</p>
<p style="text-align: justify">A prova foi realizada com consulta a códigos e(ou) legislação.</p>
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		<title>Q142393</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Professor Treine]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 20:47:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Xisto e Yago são empresários e administradores de empresas do grupo econômico XY, que atua no setor atacadista. Parte das vendas de mercadorias do grupo são realizadas sem a emissão de notas fiscais, omitindo-se as operações da escrituração contábil e suprimindo-se o pagamento do ICMS devido, apesar da ocorrência do fato gerador. Além disso, os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Xisto e Yago são empresários e administradores de empresas do grupo econômico XY, que atua no setor atacadista. Parte das vendas de mercadorias do grupo são realizadas sem a emissão de notas fiscais, omitindo-se as operações da escrituração contábil e suprimindo-se o pagamento do ICMS devido, apesar da ocorrência do fato gerador. Além disso, os empresários empregam esquema fraudulento de emissão de notas fiscais falsas, mediante alteração de informações essenciais no documento fiscal para simular um enquadramento tributário mais benéfico, reduzindo ilicitamente o montante do tributo devido. Os valores sonegados são controlados pelos empresários mediante um sofisticado sistema informatizado de contabilidade paralela, e movimentados por meio de um complexo fluxo financeiro em contas bancárias de diversas empresas de fachada, registradas em nomes de terceiros (“laranjas”). Esse modelo de negócio, adotado pelos empresários, permite ocultar e dissimular a origem ilícita, a movimentação e a propriedade da cota defraudada, como também embaraça a fiscalização tributária pela Receita Estadual e confere vantagem ilícita sobre os concorrentes no setor econômico.</p>
<p style="text-align: justify">Em Minas Gerais, o Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (CIRA) consiste em articulação pioneira e permanente entre promotores de Justiça, auditores fiscais, policiais civis e militares e advogados públicos. Entre outros objetivos, o CIRA busca identificar fraudes tributárias estruturadas como a narrada acima, que embaraçam as atividades de fiscalização e investigação do Estado, e poderiam não ser detectadas pelos órgãos que compõem o CIRA, quando atuam de forma isolada.</p>
<p style="text-align: justify">Com base nos fatos narrados:</p>
<p style="text-align: justify">a) Quais são os tipos penais aplicáveis, em tese, às condutas praticadas pelos empresários Xisto e Yago? Indique os dispositivos legais pertinentes. (0,5 ponto)</p>
<p style="text-align: justify">b) Considerando-se a dinâmica fática e institucional descrita e o posicionamento do Supremo Tribunal Federal, os ilícitos poderiam ser investigados antes do esgotamento da via administrativa e da constituição definitiva do crédito tributário? Responda justificadamente. (1,5 ponto)</p>
<p style="text-align: justify">(2 pontos)</p>
<p style="text-align: justify">(20 linhas)</p>
<p style="text-align: justify">A prova foi realizada com consulta a códigos e(ou) legislação.</p>
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		<title>Q135264</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Paulo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2025 14:05:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>STJ. O parcelamento do crédito tributário realizado após o recebimento da denúncia suspende a ação penal por sonegação fiscal?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>STJ. O parcelamento do crédito tributário realizado após o recebimento da denúncia suspende a ação penal por sonegação fiscal?</p></p>
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		<title>Q104675</title>
		<link>https://treinesubjetivas.com.br/questao/104675/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Paulo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Jul 2023 15:33:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após a constatação da ocorrência de uma fraude tributária, uma autoridade fiscal da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) realizou o lançamento do respectivo crédito tributário. O contribuinte discordou do entendimento da RFB e recorreu administrativamente, pleiteando a anulação do lançamento, estando o recurso pendente de julgamento perante a administração pública federal. Com base [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Após a constatação da ocorrência de uma fraude tributária, uma autoridade fiscal da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) realizou o lançamento do respectivo crédito tributário. O contribuinte discordou do entendimento da RFB e recorreu administrativamente, pleiteando a anulação do lançamento, estando o recurso pendente de julgamento perante a administração pública federal.</p>
<p style="text-align: justify">Com base na percepção de que houvera potencias crimes contra a ordem tributária, a RFB enviou ao Ministério Público Federal (MPF) uma representação fiscal para fins penais. Ao receber as informações enviadas pela RFB, o representante do MPF ofereceu denúncia contra o contribuinte, por suposto cometimento de crime contra a ordem tributária previsto no art. 1.° da Lei n.° 8.137/1990.</p>
<p style="text-align: justify">Considerando a situação hipotética acima, responda, apresentando os fundamentos legais e jurisprudenciais pertinentes, se foram corretas as condutas da autoridade fiscal da RFB [valor: 3,80 pontos] e do representante do MPF (valor: 3,80 pontos].</p>
<p style="text-align: justify">Em cada questão discursiva, ao domínio da modalidade escrita serão atribuídos até 2,00 pontos e ao domínio do conteúdo serão atribuídos até 8,00 pontos, dos quais até 0,40 pontos serão atribuídos ao quesito apresentação (legibilidade, respeito às margens e indicação de parágrafos) e estrutura textual (organização das ideias em texto estruturado)</p>
<p style="text-align: justify">(30 linhas)</p>
<p style="text-align: justify">A prova foi realizada com consulta a códigos e(ou) legislação.</p>
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		<title>Q99976</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Reinaldo Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jun 2023 20:37:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O fato de a referida dívida ativa estar garantida por contrato de seguro no bojo de execução fiscal movida contra o contribuinte descaracteriza a materialidade dos crimes fiscais?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O fato de a referida dívida ativa estar garantida por contrato de seguro no bojo de execução fiscal movida contra o contribuinte descaracteriza a materialidade dos crimes fiscais?</p>
<p>O post <a href="https://treinesubjetivas.com.br/questao/99976/">Q99976</a> apareceu primeiro em <a href="https://treinesubjetivas.com.br">Treine Subjetivas</a>.</p>
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		<title>Q97724</title>
		<link>https://treinesubjetivas.com.br/questao/97724/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Professor Treine Subjetivas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 May 2023 01:48:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tendo em vista o Direito Penal e Processual Penal vigente e a legislação sobre os crimes contra a ordem tributária, analise a situação-problema abaixo à luz da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça: Cleonice, domiciliada no município de São Paulo, fornece ao Estado de Tocantins declaração falsa de endereço domiciliar com o objetivo de enganar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tendo em vista o Direito Penal e Processual Penal vigente e a legislação sobre os crimes contra a ordem tributária, analise a situação-problema abaixo à luz da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça:</p>
<p> Cleonice, domiciliada no município de São Paulo, fornece ao Estado de Tocantins declaração falsa de endereço domiciliar com o objetivo de enganar o fisco para pagamento, a menor, de IPVA em outro estado da federação. Assim, emplaca e paga o IPVA menor no município de Palmas, apesar de ser domiciliada na cidade de São Paulo.</p>
<p> De forma fundamentada e sucinta, analise as indagações abaixo, considerando que nesta situação houve a frustração do recolhimento do tributo no estado de origem:</p>
<p>A &#8211; Cleonice cometeu em tese alguma infração delituosa? Qual ou Quais?</p>
<p>B &#8211; Considerando que tenha havido crime, qual o juízo competente para processá-lo?</p>
<p>(Valor; 07,00 pontos)</p>
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		<title>Q91289</title>
		<link>https://treinesubjetivas.com.br/questao/91289/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Paulo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Apr 2023 14:31:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Matheus, 20 anos, proprietário e administrador de uma empresa do ramo alimentício na região dos lagos, no Estado do Rio de Janeiro, passando por extrema crise no ano 2020, em razão do período pandêmico, acaba por negligência deixando de efetuar e repassar, no prazo legal, o valor 15 mil reais a título de recolhimento de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Matheus, 20 anos, proprietário e administrador de uma empresa do ramo alimentício na região dos lagos, no Estado do Rio de Janeiro, passando por extrema crise no ano 2020, em razão do período pandêmico, acaba por negligência deixando de efetuar e repassar, no prazo legal, o valor 15 mil reais a título de recolhimento de ICMS cobrado de consumidores, referente ao mês de abril e julho do ano corrente, lesando o ente federativo.<br />
Conforme o entendimento dos tribunais superiores, responda:</p>
<p>A) Matheus cometeu algum crime? Qual crime?</p>
<p>B) Caso haja crime, seria possível a aplicação do princípio da insignificância?</p>
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		<title>Q87170</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Laine Pinheiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Mar 2023 17:47:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Considere a seguinte situação hipotética: Um empresário ofereceu propina ao fiscal da prefeitura para recolher um valor menor de imposto, e este o orientou de que, se fosse descoberto, deveria quitar a diferença do imposto devido acrescido de multa, juros e correção monetária. Tendo como referência a situação hipotética acima, as disposições da Lei n.º [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Considere a seguinte situação hipotética: </p>
<p>Um empresário ofereceu propina ao fiscal da prefeitura para recolher um valor menor de imposto, e este o orientou de que, se fosse descoberto, deveria quitar a diferença do imposto devido acrescido de multa, juros e correção monetária.</p>
<p>Tendo como referência a situação hipotética acima, as disposições da Lei n.º 8.137/1990 e a Súmula Vinculante n.º 24 do Supremo Tribunal Federal (STF), responda, justificadamente, os questionamentos a seguir. </p>
<p>1 &#8211; Qual efeito o pagamento integral do imposto teria em relação à punibilidade pelos crimes praticados pelo empresário? </p>
<p>2 &#8211; A Súmula Vinculante n.º 24 do STF tem aplicação retroativa? </p>
<p>3 &#8211; Ajuizada ação penal na situação em apreço, o que comprovaria a materialidade do crime tributário?</p>
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