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	<title>Arquivos 15 Ilícito tributário - Treine Subjetivas</title>
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		<title>Q125013</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Paulo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 May 2024 13:00:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A reiteração da conduta delitiva obsta a aplicação do princípio da insignificância ao crime de descaminho?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A reiteração da conduta delitiva obsta a aplicação do princípio da insignificância ao crime de descaminho?</p>
<p>O post <a href="https://treinesubjetivas.com.br/questao/125013/">Q125013</a> apareceu primeiro em <a href="https://treinesubjetivas.com.br">Treine Subjetivas</a>.</p>
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		<title>Q125008</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Paulo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 May 2024 12:50:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É possível cumular as causas de aumento de pena da continuidade delitiva e do concurso formal em delitos fiscais? Considere o cometimento dos seguintes delitos: &#8211; art. 1º, I, da Lei 8.137/90: praticado quatro vezes por conta da sonegação de quatro tributos federais distintos (IRPJ, PIS, COFINS e CSLL); e &#8211; art. 337-A, III, do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É possível cumular as causas de aumento de pena da continuidade delitiva e do concurso formal em delitos fiscais? Considere o cometimento dos seguintes delitos:</p>
<p>&#8211; art. 1º, I, da Lei 8.137/90: praticado quatro vezes por conta da sonegação de quatro tributos federais distintos (IRPJ, PIS, COFINS e CSLL); e </p>
<p>&#8211; art. 337-A, III, do Código Penal: praticado uma vez (contribuição previdenciária).</p>
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		<title>Q29573</title>
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		<dc:creator><![CDATA[gessyca galdino de souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Feb 2022 13:08:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com a Súmula Vinculante nº 24 do STF “Não se tipifica crime material contra a ordem tributária, previsto no art. 1º, incisos I a IV, da Lei nº 8.137/90, antes do lançamento definitivo do tributo”. Sobre essa temática, responda se o ordenamento jurídico brasileiro criminaliza o inadimplemento tributário. Para fins de aplicação do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">De acordo com a Súmula Vinculante nº 24 do STF “Não se tipifica crime material contra a ordem tributária, previsto no art. 1º, incisos I a IV, da Lei nº 8.137/90, antes do lançamento definitivo do tributo”. Sobre essa temática, responda se o ordenamento jurídico brasileiro criminaliza o inadimplemento tributário. Para fins de aplicação do enunciado, responda, também, o que é “lançamento” e por que ele deve ser definitivo; e se o pagamento integral do débito fiscal extingue a punibilidade de crime contra a ordem tributária a qualquer tempo.</p>
<p style="text-align: justify">Justifique sua resposta.</p>
<p style="text-align: justify">(50 pontos)</p>
<p style="text-align: justify">(Mínimo de 10 linhas e máximo de 30 linhas)</p>
<p style="text-align: justify">A prova foi realizada sem consulta a códigos e(ou) legislação.</p>
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		<title>Q27836</title>
		<link>https://treinesubjetivas.com.br/questao/27836/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Reinaldo Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Jan 2022 20:10:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A multa por descumprimento do prazo para reexportação no regime de admissão temporária deve ser calculada sobre o valor aduaneiro da mercadoria, em razão da licitude da revogação do art. 106, inciso II, &#8220;b&#8221;, do Decreto-Lei n. 37/1966, pelo art. 709, pelo Decreto n. 6.759/2009 (RA-2009) e o ADI/SRF n. 4/2004, visto que a lei [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A multa por descumprimento do prazo para reexportação no regime de admissão temporária deve ser calculada sobre o valor aduaneiro da mercadoria, em razão da licitude da revogação do art. 106, inciso II, &#8220;b&#8221;, do Decreto-Lei n. 37/1966, pelo art. 709, pelo Decreto n. 6.759/2009 (RA-2009) e o ADI/SRF n. 4/2004, visto que a lei posterior revoga a anterior quando seja com ela incompatível ou quando regule inteiramente a matéria de que tratava a lei anterior.</p>
<p>REsp 1.671.362-SP, Rel. Min. Mauro Campbell Marques, Segunda Turma, por unanimidade, julgado em 07/12/2021 &#8211; Informativo 721.</p>
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		<title>Q11761</title>
		<link>https://treinesubjetivas.com.br/questao/11761/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Paulo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jun 2021 21:40:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Determinado contribuinte teve contra si lavrado auto de infração pelo Fisco Estadual em junho de 2007, em razão de comprovada adulteração de livros contábeis relativos ao exercício de 1999. Comente a procedência do lançamento fiscal sob a ótica da prescrição. RESPOSTA JUSTIFICADA</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Determinado contribuinte teve contra si lavrado auto de infração pelo Fisco Estadual em junho de 2007, em razão de comprovada adulteração de livros contábeis relativos ao exercício de 1999. </p>
<p>Comente a procedência do lançamento fiscal sob a ótica da prescrição.</p>
<p>RESPOSTA JUSTIFICADA</p>
<p>O post <a href="https://treinesubjetivas.com.br/questao/11761/">Q11761</a> apareceu primeiro em <a href="https://treinesubjetivas.com.br">Treine Subjetivas</a>.</p>
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		<title>Q11350</title>
		<link>https://treinesubjetivas.com.br/questao/11350/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Paulo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jun 2021 11:58:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Defina o candidato os conceitos de evasão, elisão, sonegação e fraude fiscal, apontando seus elementos característicos. E, ainda: A &#8211; Considerando o conceito de referidas figuras jurídicas, classifique as mesmas de acordo com a sua precedência ou não em relação ao fato gerador da obrigação tributária. B &#8211; Considerando o conceito de &#8220;elisão fiscal&#8221; discorra [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Defina o candidato os conceitos de evasão, elisão, sonegação e fraude fiscal, apontando seus<br />
elementos característicos. E, ainda:</p>
<p>A &#8211; Considerando o conceito de referidas figuras jurídicas, classifique as mesmas de acordo com a sua precedência ou não em relação ao fato gerador da obrigação tributária.</p>
<p>B &#8211; Considerando o conceito de &#8220;elisão fiscal&#8221; discorra sobre a licitude e limites do denominado &#8220;planejamento tributário&#8221;, praticado por empresas para redução da sua carga tributária.</p>
<p>C &#8211; João pretende doar um bem imóvel a Maria, porém, tendo em vista a carga tributária incidente sobre a doação, pratica o ato sob a forma de compra e venda. Para o candidato, em qual figura jurídica se enquadra a situação acima descrita? Neste caso, pode o Fisco desconsiderar a forma empregada pelo interessado e cobrar o imposto sobre doação?</p>
<p>Resposta objetivamente justificada.</p>
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		<title>Q9064</title>
		<link>https://treinesubjetivas.com.br/questao/9064/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Reinaldo Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 May 2021 17:34:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A majorante de grave dano à coletividade, tratando-se de tributos estaduais ou municipais, é objetivamente aferível pela admissão na Fazenda local de crédito prioritário ou destacado (como grande devedor). Para aplicar a majorante do grave dano à coletividade em relação a tributos federais adota-se, analogamente, para tributos federais o critério já administrativamente aceito na definição [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A majorante de grave dano à coletividade, tratando-se de tributos estaduais ou municipais, é objetivamente aferível pela admissão na Fazenda local de crédito prioritário ou destacado (como grande devedor).</p>
<p>Para aplicar a majorante do grave dano à coletividade em relação a tributos federais adota-se, analogamente, para tributos federais o critério já administrativamente aceito na definição de créditos prioritários, critério fixado pelo art. 14, caput, da Portaria n. 320/PGFN.</p>
<p>(entendimento divergente do STF).</p>
<p>3ª Seção. REsp 1.849.120-SC, Rel. Min. Nefi Cordeiro, julgado em 11/03/2020 &#8211; Informativo 668.</p>
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		<title>Q7466</title>
		<link>https://treinesubjetivas.com.br/questao/7466/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Paulo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Apr 2021 13:46:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>João e seu pai José constituem uma pessoa jurídica cujo capital social é de R$ 100.000,00, sendo cada sócio titular de cinquenta por cento das cotas. José integraliza sua parte por meio de um imóvel localizado no Leblon, enquanto João integraliza o valor em dinheiro. Posteriormente eles entendem por desconstituir a sociedade e José recebe [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>João e seu pai José constituem uma pessoa jurídica cujo capital social é de R$ 100.000,00, sendo cada sócio titular de cinquenta por cento das cotas. José integraliza sua parte por meio de um imóvel localizado no Leblon, enquanto João integraliza o valor em dinheiro. </p>
<p>Posteriormente eles entendem por desconstituir a sociedade e José recebe a sua participação em dinheiro enquanto João fica com o imóvel. </p>
<p>Analisando a questão, a fiscalização entende por desconsiderar a operação ao argumento de que, na verdade, ocorreu uma doação de pai para filho.</p>
<p>a) Analise a questão considerando o disposto no parágrafo único do artigo 116 do Código Tributário Nacional.</p>
<p>b) Caso houvesse a superveniência de um herdeiro de José, em razão de investigação de paternidade julgada procedente, a situação jurídica seria alterada? Justifique.</p>
<p>Resposta objetivamente fundamentada.</p>
<p>(50 Pontos)</p>
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		<title>Q7196</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Paulo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Apr 2021 00:16:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Diferencie os conceitos de elisão fiscal e evasão fiscal. Resposta objetivamente fundamentada. (5,0 Pontos)</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Diferencie os conceitos de elisão fiscal e evasão fiscal. Resposta objetivamente fundamentada. </p>
<p>(5,0 Pontos)</p>
<p>O post <a href="https://treinesubjetivas.com.br/questao/7196/">Q7196</a> apareceu primeiro em <a href="https://treinesubjetivas.com.br">Treine Subjetivas</a>.</p>
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		<title>Q3887</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Paulo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2021 01:38:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Empresa A, constituída pelos sócios B, C, D e E, todos com poderes de administração e gerência, importou equipamentos de informática de país estrangeiro para comercialização no Brasil. Documentos de importação especificaram bens diversos daqueles guardados nos pacotes introduzidos no país. O valor especificado na documentação era inferior, assim como os tributos recolhidos. Agentes da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Empresa A, constituída pelos sócios B, C, D e E, todos com poderes de administração e gerência, importou equipamentos de informática de país estrangeiro para comercialização no Brasil. Documentos de importação especificaram bens diversos daqueles guardados nos pacotes introduzidos no país. O valor especificado na documentação era inferior, assim como os tributos recolhidos. Agentes da Delegacia da Receita Federal, em fiscalização, abriram os pacotes e detectaram a desconformidade. </p>
<p>Os bens foram apreendidos, tendo sido lavrados termo de guarda fiscal e auto de infração. Concluiu-se que a Empresa A deixara de recolher R$ 100.000,00 aos cofres públicos. A empresa A impugnou o auto de infração, discutindo o valor do tributo. Impugnação não foi decidida. O Ministério Público Federal foi comunicado da apreensão e, considerando as informações suficientes ao oferecimento da denúncia, imputou a B, C, De E prática de crime de descaminho, conduta tipificada no artigo 334, caput, do Código Penal. </p>
<p>O Ministério Público explicou, ao oferecer a denúncia, que o art. 89 da Lei nº 9099/95 não poderia ser aplicado, pois o valor dos tributos não recolhidos era muito alto e o sócio B já havia sido condenado por infração penal análoga, embora a sentença não transitara em julgado. </p>
<p>O Juiz, ao examinar o procedimento, rejeitou a denúncia, já que o procedimento administrativo fiscal não estava concluído. Fundamentou-se na Súmula Vinculante 24, do Supremo Tribunal Federal: a impugnação ao auto de infração não estava concluída. Decidiu, também, que o Ministério Público Federal não havia individualizado as condutas e que suspensão do processo seria cabível, independentemente do valor dos tributos não recolhidos. </p>
<p>O procedimento foi ao Ministério Público Federal para ciência da decisão. Prepare a medida processual cabível. </p>
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