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	<title>Arquivos 14.2 Atividades insalubres ou perigosas - Treine Subjetivas</title>
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		<title>Q142800</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Paulo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Oct 2025 12:30:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>TST: O trabalhador portuário avulso tem direito ao adicional de risco nas mesmas condições dos portuários com vínculo empregatício com a administração do porto?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>TST: O trabalhador portuário avulso tem direito ao adicional de risco nas mesmas condições dos portuários com vínculo empregatício com a administração do porto?</p></p>
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		<title>Q141071</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Paulo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 19:09:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>TST. É cabível o recebimento do benefício da aposentadoria especial quando o segurado continua exercendo atividade nociva à saúde?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>TST. É cabível o recebimento do benefício da aposentadoria especial quando o segurado continua exercendo atividade nociva à saúde?</p>
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		<title>Q141069</title>
		<link>https://treinesubjetivas.com.br/questao/141069/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Paulo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 19:07:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>TST. É aplicável a responsabilidade civil objetiva em casos de atividades laborais de risco elevado?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>TST. É aplicável a responsabilidade civil objetiva em casos de atividades laborais de risco elevado?</p>
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		<title>Q75868</title>
		<link>https://treinesubjetivas.com.br/questao/75868/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gessyca galdino de souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2023 22:44:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Evelyn Calabresa ajuizou reclamação trabalhista contra a sociedade empresária Pizzaria Chapa Quente Ltda., em 30 de janeiro de 2022, requerendo o pagamento do adicional de insalubridade em grau máximo. Evelyn explicou, na petição inicial, que trabalhou como cozinheira da pizzaria, de 12/07/2019 a 05/10/2021, sendo submetida a calor excessivo porque preparava as pizzas em fornos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Evelyn Calabresa ajuizou reclamação trabalhista contra a sociedade empresária Pizzaria Chapa Quente Ltda., em 30 de janeiro de 2022, requerendo o pagamento do adicional de insalubridade em grau máximo.</p>
<p>Evelyn explicou, na petição inicial, que trabalhou como cozinheira da pizzaria, de 12/07/2019 a 05/10/2021, sendo submetida a calor excessivo porque preparava as pizzas em fornos que alcançavam altas temperaturas, não recebendo qualquer equipamento de proteção individual do ex-empregador. </p>
<p>Devidamente citada, a sociedade empresária apresentou contestação, afirmando que a temperatura alcançada na cozinha estava dentro do limite de tolerância e que, apesar de ser uma empresa pequena e familiar, fornecia todos os equipamentos de proteção à empregada, requerendo assim a improcedência do pedido.</p>
<p>Em audiência não houve acordo e então o juiz, com base no Art. 195, § 2º, da CLT, determinou de ofício a realização de prova pericial, apresentando um único quesito do juízo, qual seja: “diga o perito se havia agente insalubre no local de trabalho de Evelyn e, em caso positivo, em que grau”. Além disso, o magistrado proibiu a apresentação de quesitos pelas partes, proibiu que os litigantes indicassem assistentes técnicos, nomeou um perito da sua confiança e fixou os honorários periciais dele em R$ 4.000,00, determinando que a empresa antecipasse a quantia em 10 dias, sob pena de execução forçada, e que a prova técnica somente tivesse início após o depósito.</p>
<p>A sociedade empresária protestou contra a decisão, ponderando que ela violaria normas jurídicas, mas o juiz consignou o protesto na ata e manteve intacta a decisão. Ainda na audiência, o titular da sociedade empresária pediu a palavra e, aflito, explicou que o seu negócio ainda sofria o efeito da pandemia, e que se precisasse dispor dos R$ 4.000,00 determinados pelo juiz, não teria como fechar a folha de pagamento dos funcionários naquele mês.</p>
<p>Sabe-se que a reclamação trabalhista em questão tramita perante a 80ª Vara do Trabalho de Criciúma/SC sob o número 0000728-84.2022.5.12.0080, e que a audiência em questão ocorreu há uma semana.</p>
<p>Você, como advogado(a) da sociedade empresária, de acordo com o entendimento consolidado do TST, elabore a medida judicial adequada para tentar reverter a decisão. (Valor: 5,00)</p>
<p>Obs.: a peça deve abranger todos os fundamentos de Direito que possam ser utilizados para dar respaldo à pretensão. A simples menção ou transcrição do dispositivo legal não confere pontuação.</p>
<p>Nos casos em que a lei exigir liquidação de valores, o examinando deverá representá-los somente pela expressão “R$”, admitindo-se que o escritório possui setor próprio ou contratado especificamente para tal fim. </p>
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		<title>Q71323</title>
		<link>https://treinesubjetivas.com.br/questao/71323/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gessyca galdino de souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Dec 2022 13:21:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Empresa Fictícia foi contratada emergencialmente por determinado estado da Federação, consoante autorizado por lei estadual, para implantar hospitais de campanha em razão da pandemia da COVID-19. Tal empresa contrata técnicos de enfermagem sob a modalidade da Consolidação das Leis do Trabalho &#8211; CLT e médicos intensivistas como autônomos, mediante contrato escrito, com exigência de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Empresa Fictícia foi contratada emergencialmente por determinado estado da Federação, consoante autorizado por lei estadual, para implantar hospitais de campanha em razão  da pandemia da COVID-19. </p>
<p>Tal empresa contrata técnicos de enfermagem sob a modalidade da Consolidação das Leis do Trabalho &#8211; CLT e médicos intensivistas como autônomos, mediante contrato escrito, com exigência de exclusividade e jornada diária de 8 (oito) horas de trabalho, sendo o pagamento realizado diariamente por intermédio de RPAs &#8211; Recibos de Pagamento Autônomo, sem controle estatal.</p>
<p>A empregada X, técnica em enfermagem, foi contratada pela Empresa Fictícia e deslocada para o setor de triagem do Hospital Campanha I. Após 29 (vinte e nove) dias no exercício da função, foi afastada por suspeita de COVID. O teste para detecção do coronavírus resultou positivo. A empregada X retornou ao trabalho após 20 (vinte) dias de afastamento e questionou o empregador sobre a ausência de emissão de CAT &#8211; Comunicação de Acidente de Trabalho, mas foi informada de que no seu caso não haveria a referida emissão. Com base nesse relato, responda às seguintes perguntas:</p>
<p>A &#8211;  O Sindicato dos Trabalhadores propôs ação coletiva contra o mencionado estado da Federação e a Empresa Fictícia, por irregularidades da contratação que se depreendem do enunciado acima. Como membra(o) do Ministério Público do Trabalho designada(o) para se manifestar nos autos, quais os aspectos e fundamentos poderia articular numa peça opinativa quanto aos limites da terceirização e à possível contratação irregular? </p>
<p>B &#8211; Sob a ótica das convenções internacionais e do ordenamento jurídico nacional relativo à saúde e segurança<br />
no trabalho, agiu corretamente a empresa ao não emitir CAT &#8211; Comunicação de Acidente de Trabalho? Justifique.</p>
<p>(20 Pontos)</p>
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		<title>Q31682</title>
		<link>https://treinesubjetivas.com.br/questao/31682/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gessyca galdino de souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Mar 2022 13:58:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em sentença prolatada por uma Vara do Trabalho, o juiz condenou a empresa ao pagamento dos adicionais de insalubridade e periculosidade ao reclamante, já que a perícia realizada nos autos comprovou que havia agente agressor à saúde do trabalhador e que as condições de trabalho geravam acentuado risco de morte. Na sentença, o juiz ainda [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em sentença prolatada por uma Vara do Trabalho, o juiz condenou a empresa ao pagamento dos adicionais de insalubridade e periculosidade ao reclamante, já que a perícia realizada nos autos comprovou que havia agente agressor à saúde do trabalhador e que as condições de trabalho geravam acentuado risco de morte. Na sentença, o juiz ainda condenou o ex-empregador a devolver ao autor o valor dos honorários do assistente técnico contratado pelo trabalhador. Inconformada, a empresa contrata você, como advogado(a), para recorrer.</p>
<p>Considerando a situação posta, os termos da CLT e o entendimento consolidado do TST, responda às indagações a seguir.</p>
<p>A) Que tese jurídica você apresentaria em relação ao deferimento dos adicionais de periculosidade e insalubridade? Justifique. (Valor: 0,65)</p>
<p>B) Que tese jurídica você apresentaria em relação à condenação de devolução dos honorários do assistente técnico? Justifique. (Valor: 0,60)</p>
<p>Obs.: o examinando deve fundamentar suas respostas. A mera citação do dispositivo legal não confere pontuação.</p>
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		<title>Q29888</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Reinaldo Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Feb 2022 02:07:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É devido o direito de pagamento de adicional de periculosidade ao reclamante na qualidade de vigia, desde que demonstrado nos autos, inclusive por meio de perícia técnica, que o empregado trabalhava exposto a roubos e a outras espécies de violência física. TST-AIRR-10410-73.2019.5.15.0143, 6ª Turma, rel. Min. Kátia Magalhães Arruda, julgado em 24/11/2021 &#8211; Informativo 248.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É devido o direito de pagamento de adicional de periculosidade ao reclamante na qualidade de vigia, desde que demonstrado nos autos, inclusive por meio de perícia técnica, que o empregado trabalhava exposto a roubos e a outras espécies de violência física. </p>
<p>TST-AIRR-10410-73.2019.5.15.0143, 6ª Turma, rel. Min. Kátia Magalhães Arruda, julgado em 24/11/2021 &#8211; Informativo 248.</p>
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		<title>Q29532</title>
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		<dc:creator><![CDATA[gessyca galdino de souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Feb 2022 12:57:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;R.L.K&#8221;, em 2019, então com 17 anos e já com o ensino médio completo, desempenhava serviços administrativos na &#8220;EMPRESA B.D.&#8221;, do setor de serviços, cumprindo uma carga horária de 8 horas diárias e 44 horas semanais. &#8220;R.L.K&#8221; nunca desempenhou cargos de confiança ou chefia na &#8220;EMPRESA B.D.&#8221;, que por sua vez não tinha plano de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;R.L.K&#8221;, em 2019, então com 17 anos e já com o ensino médio completo, desempenhava serviços administrativos na &#8220;EMPRESA B.D.&#8221;, do setor de serviços, cumprindo uma carga horária de 8 horas diárias e 44 horas semanais. &#8220;R.L.K&#8221; nunca desempenhou cargos de confiança ou chefia na &#8220;EMPRESA B.D.&#8221;, que por sua vez não tinha plano de cargos e salários constituídos. </p>
<p>Ao longo de sua contratualidade, &#8221; R.L.K&#8221;, estranhou algumas práticas de seu empregador, tais como: </p>
<p>a) A &#8220;EMPRESA B.D&#8221;, descontou na folha do mês de março e repassou ao sindicato profissional da respectiva categoria, ao qual &#8220;R.L.K&#8221; não era associado, o valor correspondente à remuneração de um dia de trabalho, sob a rubrica &#8220;contribuição sindical&#8221; e, na folha do mês seguinte, cinquenta reais a título de &#8221; contribuição confederativa&#8221; (não havia oposição nem autorização a estas cobranças por parte do &#8221; R.L.K&#8221;)</p>
<p>b) Em abril de 2019, vagou um posto de trabalho na &#8220;EMPRE B.D.&#8221;, em setor hierarquicamente superior ao que &#8220;R.L.K.&#8221; estava lotado. Convidado, &#8220;R.L.K&#8221; aceitou a promoção e passou a ocupar em definitivo cargo vago; no entanto, em que pese seu salário básico ter aumentado aproximadamente 5%, descobriu que o valor ainda era inferior ao salário básico que era pago ao seu antecessor. </p>
<p>c) Em agosto de 2019, &#8221; R.L.K&#8221; desempenhou, durante duas semanas, uma jornada de 9 horas diárias, nas segundas, quartas e sextas-feiras, formalizadas mediante acordo escrito, firmado com a &#8220;EMPRESA B.D&#8221;, por conta de um evento do qual a empresa participara. &#8220;R.L.K&#8221; não recebeu adicional salarial pelas horas adicionais, mas as mesmas foram integralmente compensadas com folgas no mês seguinte. </p>
<p>d) Em dezembro de 2019, &#8221; R.L.K&#8221; novamente precisou compensar quatro horas de trabalho, mas, desta vez, em razão do seu próprio interesse. &#8220;R.L.K&#8221; prestou concurso vestibular para ingresso em Faculdade (no qual foi aprovado) e acordou verbalmente a compensação com a &#8220;EMPRESA B.D.&#8221;, que ocorreu na própria semana (folgou uma segunda-feira e laborou uma hora a mais de terça à sexta).</p>
<p>Analise, individualmente e com a devida objetividade, as quatro situações estranhadas por &#8220;R.L.K&#8221;, indicando, com base na legislação trabalhista e na jurisprudência já consolidada do Tribunal Superior do Trabalho, os procedimentos praticados pela &#8220;EMPRESA B.D.&#8221; que estão corretos, bem como os que estão incorretos, justificando sua análise e apontando os dispositivos normativos ou súmulas que a embasam ( não é necessário transcrever integralmente a redação do texto legal ou sumular, apenas apontá-lo).</p>
<p>(30 Linhas)</p>
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		<title>Q28308</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Reinaldo Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Jan 2022 04:31:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As atividades desempenhadas pelos agentes comunitários de saúde até 03/10/2016, por não estarem enquadradas no Anexo 14 da NR 15 da Portaria nº 3.214/78 do Ministério do Trabalho, não geram o direito ao adicional de insalubridade, pois “não se pode estender o conceito de residência ao do ambiente hospitalar, nem há como definir o contato [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As atividades desempenhadas pelos agentes comunitários de saúde até 03/10/2016, por não estarem enquadradas no Anexo 14 da NR 15 da Portaria nº 3.214/78 do Ministério do Trabalho, não geram o direito ao adicional de insalubridade, pois “não se pode estender o conceito de residência ao do ambiente hospitalar, nem há como definir o contato social como agente de exposição ao agente insalubre”.</p>
<p>RR-20627- 16.2017.5.04.0641, 7ª Turma, rel. Min. Cláudio Mascarenhas Brandão, julgado em 27/10/2021 &#8211; Informativo 246.</p>
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		<title>Q27947</title>
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		<dc:creator><![CDATA[gessyca galdino de souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jan 2022 13:41:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Considere a seguinte situação hipotética, abstraindo da análise qualquer suspensão e/ou interrupção de prazos processuais decorrentes da pandemia de Covid-19: Ptolomeu foi empregado da empresa de segurança Sempre Alerta Ltda., devidamente registrado em CTPS, tendo exercido a função de vigilante. Laborou por todo o período na recepção do Hospital Geral da cidade de Catalão-GO, equipamento [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Considere a seguinte situação hipotética, abstraindo da análise qualquer suspensão e/ou interrupção de prazos processuais decorrentes da pandemia de Covid-19:</p>
<p style="text-align: justify">Ptolomeu foi empregado da empresa de segurança Sempre Alerta Ltda., devidamente registrado em CTPS, tendo exercido a função de vigilante. Laborou por todo o período na recepção do Hospital Geral da cidade de Catalão-GO, equipamento público, vinculado à rede estadual pública de saúde, sendo que a referida empresa de segurança manteve contrato de prestação de serviços com o Estado de Goiás no período em que o trabalhador lhe prestou serviços, após ter sido vencedora de certame licitatório.</p>
<p style="text-align: justify">Foi contratado em 25/09/2018 e dispensado em 10/05/2019, com indenização do aviso prévio, ingressando com reclamação trabalhista em 07/06/2021. Colocou como réus no polo passivo da demanda a sua empregadora, Sempre Alerta Ltda., e também o Estado de Goiás, tomador dos serviços, pedindo a sua responsabilização subsidiária pelos créditos eventualmente deferidos.</p>
<p style="text-align: justify">Atribuiu a cada pedido elencado na petição inicial valores meramente estimados, sendo que dentre estes requereu adicional de insalubridade, por prestar serviços recepcionando pacientes, muitos deles portadores de doenças infectocontagiosas, bem como adicional de periculosidade, em virtude de laborar próximo a tanque de armazenamento de óleo diesel que abastecia os geradores.</p>
<p style="text-align: justify">Considerando as disposições constitucionais e da legislação federal vigente, incluindo-se a Lei nº 13.467 de 2017, comumente chamada de Lei da Reforma Trabalhista, além de entendimentos jurisprudenciais pacificados, Súmulas e Orientações Jurisprudenciais do TST, e teses adotadas pelo TST e STF:</p>
<p style="text-align: justify">A. Discorra sobre a possibilidade ou não de ver acolhida a arguição de prescrição total na sua defesa como Procurador do Estado na presente situação.</p>
<p style="text-align: justify">B. O que pode ser sustentado em contraposição ao pedido de responsabilização subsidiária do Estado de Goiás?</p>
<p style="text-align: justify">C. A atribuição de valores dos pedidos por mera estimativa poderia ser causa de extinção do processo sem resolução do mérito?</p>
<p style="text-align: justify">D. Discorra sobre a possibilidade ou não de cumulação de adicional de insalubridade e periculosidade na hipótese.</p>
<p style="text-align: justify">(Elabore sua resposta definitiva em até 25 linhas)</p>
<p style="text-align: justify">(10 pontos)</p>
<p style="text-align: justify">A prova foi realizada com consulta a códigos e(ou) legislação.</p>
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